g04a9 outros anti septicos urinarios


RESULTADOS: 4

  •     DROGARIA FALCÃO
  •      MACRODANTINA
  •      Apresentação: 100 MG CAPGEL DURA CT BL AL PLAS INC X 28
  •      Princípio Ativo: NITROFURANTOÍNA...
  •      Fabricante: MANTECORP INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S.A.
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7891142165770
     
    PMC: 11.52
  •      R$ 10.60
     
  •     DROGARIA FALCÃO
  •      MACRODANTINA
  •      Apresentação: 100 MG CAP GEL DURA CT BL AL PLAS TRANS X 28
  •      Princípio Ativo: NITROFURANTOÍNA...
  •      Fabricante: COSMED INDUSTRIA DE COSMETICOS E MEDICAMENTOS S.A.
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7891142165770
     
    PMC: 11.52
  •      R$ 10.60
     
  •     AGILLE MEDICAMENTOS
  •      MACRODANTINA
  •      Apresentação: 100 MG CAPGEL DURA CT BL AL PLAS INC X 28
  •      Princípio Ativo: NITROFURANTOÍNA...
  •      Fabricante: MANTECORP INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S.A.
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7891142165770
     
    PMC: 11.52
  •      R$ 10.94
     
  •     AGILLE MEDICAMENTOS
  •      MACRODANTINA
  •      Apresentação: 100 MG CAP GEL DURA CT BL AL PLAS TRANS X 28
  •      Princípio Ativo: NITROFURANTOÍNA...
  •      Fabricante: COSMED INDUSTRIA DE COSMETICOS E MEDICAMENTOS S.A.
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7891142165770
     
    PMC: 11.52
  •      R$ 10.94
     



 INFORMAÇÕES DO MEDICAMENTO


NITROFURANTOÍNA


Para que serve o Nitrofurantoína

A Nitrofurantoína (substância ativa) é um agente antibacteriano indicado no tratamento de infecções urinárias agudas e crônicas, tais como cistites, pielites, pielocistites e pielonefrites causadas por bactérias sensíveis à Nitrofurantoína (substância ativa).

Contraindicação do Nitrofurantoína

Este medicamento é contraindicado em casos de anúria, oligúria ou insuficiência renal com depuração de creatininaabaixo de 60mL/minuto/1,73m2. O tratamento desses pacientes apresenta um aumento do risco de toxicidade devido à redução da excreção da Nitrofurantoína (substância ativa).

Há contraindicação de uso nas últimas semanas da gestação (38-42 semanas) e em crianças com menos de um mês de idade, devido à possibilidade de anemiahemolítica secundária à imaturidade enzimática dos eritrócitos.

É contraindicada também em pacientes com hipersensibilidade conhecida à Nitrofurantoína (substância ativa) ou a qualquer componente da formulação ou com história prévia de doença hepática tóxica com colestase associada à Nitrofurantoína (substância ativa).

Este medicamento é contraindicado para pacientes com insuficiência renal com depuração de creatinina < 60mL/min/1,73m2.

Como usar o Nitrofurantoína

A ingestão de Nitrofurantoína (substância ativa) acompanhada de alimentação reduz a frequência de eventos adversos gastrintestinais.

Tomar 1 cápsula de 100mg de 6 em 6 horas, durante 7 a 10 dias.

Se for necessário usar o medicamento por longo prazo, uma redução da dose deverá ser considerada: 1 cápsula de 100mg na hora de se deitar.

Observação:

O tratamento deverá ser continuado, no mínimo, por mais três dias após a urina torna-se estéril. Caso a infecção persista, será necessária a reavaliação do caso.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Reações Adversas do Nitrofurantoína

Os eventos adversos da Nitrofurantoína (substância ativa) são apresentados em ordem de frequência decrescente a seguir:

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Dor de cabeça, náuseas, vômitos, diarreia, dor no estomago, perda do apetite e pneumonia interstical.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1,% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Polineuropatia induzida por drogas, anemia megaloblástica, leucopenia e flatulência.

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Hipertensão intracraniana benigna, parestesias, fibrose pulmonar, necrose hepática, icterícia, dermatite alérgica, prurido, urticária, síndrome semelhante ao lúpus eritematoso, eritema, reação anafilática, reação alérgica, anemia hemolítica, constipaçãoalopécia, sonolência, tontura, febre com calafrio, astenia, depressão, neurite óptica, transtorno psicótico, eritema multiforme (incluindo síndrome de Stevens-Johnson), cianose secundária a meta-hemoglobinemia anemia por deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase.

Outros eventos adversos já relatados com o uso da Nitrofurantoína (substância ativa) são:

Elevação das concentrações plasmáticas de enzimas hepáticas (ALT e AST), redução das concentrações de hemoglobina, elevação das concentrações plasmáticas de fósforo e aumento das contagens de eosinófilos.

Em casos de eventos adversos, notifique ao sistema de Notificação em Vigilância Sanitária NOTIVISA ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação Medicamentosa do Nitrofurantoína

Antiácidos contendo trisilicato de magnésio, quando administrados concomitantemente com a Nitrofurantoína (substância ativa), reduzem sua absorção, possivelmente devido a absorção da Nitrofurantoína (substância ativa) à superfície do magnésio.

Drogas uricosúricas, tais como probenecida e a sulfimpirazona podem inibir a excreção tubular renal de Nitrofurantoína (substância ativa). O aumento resultante das concentrações séricas de Nitrofurantoína (substância ativa) pode aumentar sua toxicidade e a redução das concentrações urinárias pode reduzir sua eficácia como antibacteriano.

A Nitrofurantoína (substância ativa) interage com magnésio trissilicato, probenecida, sulfimpirazona, ácido nalidíxico, norfloxacina, ácido oxolínico. Atenção especial para a possível diminuição de eficácia contraceptiva quando a Nitrofurantoína (substância ativa) for utilizada com os contraceptivos orais, usuárias sob tratamento com contraceptivos orais devem utilizar temporária e adicionalmente um método contraceptivo de barreira ou escolher um outro método contraceptivo.

Interações com exames laboratoriais

A presença de Nitrofurantoína (substância ativa) na urina pode resultar em reação falso-positiva para glicosúria, quando são utilizadas as soluções de Benedict e Fehling, mas não com o teste enzimático.

Precauções do Nitrofurantoína

Eventos adversos pulmonares agudos, subagudos e crônicos foram observados em pacientes tratados com a Nitrofurantoína (substância ativa). Dentre os eventos crônicos, pneumonia intersticial ou fibrose pulmonar podem se desenvolver de maneira insidiosa em pacientes recebendo tratamento por mais de seis meses.

Recomenda-se a monitorização das condições pulmonares de pacientes em tratamento prolongado com Nitrofurantoína (substância ativa). Caso ocorram doenças pulmonares, o tratamento deverá ser suspenso e deverão ser tomadas as medidas apropriadas.

Casos de anemia hemolítica, semelhantes aos que ocorrem por sensibilidade à primaquina, foram relatados. Em qualquer sinal de hemólise, é indicada a suspensão do tratamento, pois a anemia é reversível com a retirada do medicamento.

Neuropatia periférica poderá raramente ocorrer em pacientes portadores de diabetes mellitus, deficiência de vitaminas do complexo B, nefropatia, doença hepática, anemia e doenças debilitantes. A redução posológica ou a suspensão do medicamento geralmente promove a reversão desse quadro clínico.

Eventos adversos hepáticos, incluindo hepatite, doença hepática tóxica com colestase e necrose hepática podem ocorrer raramente. Os pacientes devem ser periodicamente monitorados com testes bioquímicos para avaliação da função hepática e, se aparecerem anormalidades, o tratamento deve ser imediatamente interrompido e as medidas apropriadas deverão ser tomadas.

Assim como com outros antibióticos, enterocolite devido a Clostridium difficile já foi relatada com o uso de Nitrofurantoína (substância ativa) e caso se suspeite dessa condição, tratamento apropriado deve ser instituído.

Efeitos teratogênicos

Vários estudos de reprodução foram realizados em coelhos e ratos em doses até seis vezes a dose humana e não demonstraram evidências de fertilidade diminuída ou dano fetal. Em um estudo conduzido em camundongos, recebendo 68 vezes a dose humana, foram observados retardo de crescimento e uma baixa incidência de malformações menores e comuns; no entanto em doses 25 vezes a dose humana, malformações fetais não foram observadas e a relevância desses achados para seres humanos é incerta. Não foram realizados estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas.

Assim, como a segurança da Nitrofurantoína (substância ativa) na gravidez e lactação não foi estabelecida, o seu emprego nestas condições exige avaliação criteriosa dos riscos e benefícios.

Gravidez

Categoria de risco B para gravidez.

Os estudos em animais não demonstraram risco fetal, mas também não há estudos controlados em mulheres grávidas; ou então, os estudos em animais revelaram riscos, mas que não foram confirmados em estudos controlados em mulheres grávidas.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Os estudos clínicos com Nitrofurantoína (substância ativa) não incluíram um número suficiente de pacientes acima de 65 anos para determinar se esta população responde de maneira diferente dos indivíduos mais jovens.

Relatos espontâneos sugerem uma maior frequência de eventos adversos pulmonares (talvez porque nessa população seja mais frequente o uso prolongado da Nitrofurantoína (substância ativa)) e hepáticos.

Devido à maior frequência de insuficiência hepática, renal e cardíaca e de doenças concomitantes na população idosa, deve-se administrar Nitrofurantoína (substância ativa) com cautela nesta faixa etária e monitorar periodicamente a função renal.

Ação do Nitrofurantoína

Resultado de eficácia

Rogers e cols. Avaliaram se a profilaxia antibiótica com Nitrofurantoína (substância ativa), após cirurgias ginecológicas para correção de prolapso de órgão pélvico e/ou incontinência urinária com cateterização suprapúbica, diminuiria a frequência de infecções do trato urinário (ITU) em relação ao placebo em um estudo aleatorizado, duplo-cego e multicêntrico. Após um exame de cultura de urina pré-operatório negativo, foram registradas história, evolução pós-cirúrgica, exame de cultura de urina e sintomas após remoção do cateter e nas semanas seis e oito após a cirurgia. De um total de 449 pacientes, 211 foram distribuídas aleatoriamente para receber a Nitrofurantoína (substância ativa) e 224 foram aleatoriamente alocadas para receber placebo. A profilaxia com Nitrofurantoína (substância ativa) diminuiu o número de culturas positivas de urina em comparação ao placebo (7,2% vs 19,8%, P=0,001) e ITU sintomáticas seis a oito semanas após a cirurgia (18,9% vs 32,6%, P=0,002).

Gupta e cols. avaliaram a eficácia da Nitrofurantoína (substância ativa) em comparação à combinação de trimetoprim-sulfametoxazol em 338 mulheres com idade entre 18 e 45 anos portadoras de cistite não complicada em um estudo aberto. A Nitrofurantoína (substância ativa) foi utilizada na dose de 100mg duas vezes ao dia, durante cinco dias, e o trimetoprim-sulfametoxazol foi utilizado durante três dias. A cura clínica 30 dias após a terapia foi o desfecho principal, enquanto os desfechos secundários incluíram taxas de cura clínica e microbiológica nos dias cinco a nove após a terapia. A cura clínica foi alcançada por 79% e 84% das pacientes que receberam trimetoprim-sulfametoxazol e Nitrofurantoína (substância ativa), respectivamente, uma diferença de -5% (IC 95%, -13% to 4%). Os autores concluíram que um tratamento de cinco dias de duração com Nitrofurantoína (substância ativa) é equivalente clínica e microbiologicamente a um tratamento de três dias de duração com trimetoprim-sulfametoxazol e deve ser considerado uma alternativa efetiva às fluoroquinolonas para o tratamento da cistite aguda em mulheres.

Características farmacológicas

A Nitrofurantoína (substância ativa), agente antibacteriano específico do trato urinário, é reduzida por flavoproteínas bacterianas a intermediários reativos, que inativam proteínas ribossomais e outras macromoléculas das bactérias sensíveis, o que inibe os processos bioquímicos vitais de síntese proteica, metabolismo aeróbio, síntese de DNA e RNA e síntese da parede celular bactariana. Esse amplo mecanismo de ação explica a ausência de resistência bacteriana adquirida à Nitrofurantoína (substância ativa).

Nitrofurantoína (substância ativa) em macrocristais, permite o retardo da solubilização no aparelho gastrintestinal, reduzindo com isso os eventos adversos (náuseas e vômitos) sem, contudo, modificar sua concentração na urina. As concentrações plasmáticas máximas de Nitrofurantoína (substância ativa) são atingidas entre 4 a 5 horas após a sua administração. Ela difunde-se nos rins, pelo tecido intersticial e é secretada, reabsorvida e novamente excretada pelos túbulos renais em cerca de 50% ao final de 8 horas.

A Nitrofurantoína (substância ativa) é excretada por via renal, em forma ativa, sendo particularmente eficaz contra Escherichia ColiEnterococcus faecalis e Staphylococcus aureus.

A Nitrofurantoína (substância ativa) é altamente solúvel na urina e lhe confere uma coloração amarelada.

O reduzido teor de eliminação biliar e fecal explica por que a Nitrofurantoína (substância ativa) atinge pouco a microbiota bacteriana intestinal normal, a qual geralmente se conserva inalterada e equilibrada.

O tempo médio estimado para início de ação é de algumas horas.



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SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO OU DE SEU MÉDICO. LEIA A BULA.



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