ritalina la


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  •     FARMA DELIVERY
  •      RITALINA LA
  •      Apresentação: 20 MG CAP GEL DURA C/ MICROG LIB MOD CT FR PLAS X 30
  •      Princípio Ativo: CLORIDRATO DE METILFENIDATO...
  •      Fabricante: NOVARTIS BIOCIENCIAS S.A
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896261006850
     
    PMC: 250.74
  •      R$ 203.32
     
  •     FARMA DELIVERY
  •      RITALINA LA
  •      Apresentação: 30 MG CAP GEL DURA C/ MICROG LIB MOD CT FR PLAS X 30
  •      Princípio Ativo: CLORIDRATO DE METILFENIDATO...
  •      Fabricante: NOVARTIS BIOCIENCIAS S.A
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896261006867
     
    PMC: 263.28
  •      R$ 213.49
     



 INFORMAÇÕES DO MEDICAMENTO


CLORIDRATO DE METILFENIDATO


Para que serve o Cloridrato de Metilfenidato

Transtorno de deficit de atenção/hiperatividade (TDAH)

O TDAH era anteriormente conhecido como distúrbio de deficit de atenção ou disfunção cerebral mínima. Outros termos utilizados para descrever essa síndrome comportamental incluem: distúrbio hipercinético, lesão cerebral mínima, disfunção cerebral mínima, disfunção cerebral menor e síndrome psicorgânica dos pacientes.

Cloridrato De Metilfenidato é indicado como parte de um programa de tratamento amplo que tipicamente inclui medidas psicológicas, educacionais e sociais, direcionadas a pacientes estáveis com uma síndrome comportamental caracterizada por distractibilidade moderada a grave, deficit de atenção, hiperatividade, labilidade emocional e impulsividade. O diagnóstico deve ser feito de acordo com o critério DSM-IV ou com as normas na CID-10.

Os sinais neurológicos não localizáveis (fracos), a deficiência de aprendizado e EEG anormal podem ou não estar presentes e um diagnóstico de disfunção do sistema nervoso central pode ou não ser assegurado.

Considerações especiais sobre o diagnóstico de TDAH em crianças:

A etiologia específica dessa síndrome é desconhecida e não há teste diagnóstico específico. O diagnóstico correto requer uma investigação médica, neuropsicológica, educacional e social. As características comumente relatadas incluem: história de deficit de atenção, distractibilidade, labilidade emocional, impulsividade, hiperatividade moderada a grave, sinais neurológicos menores e EEG anormal.

O aprendizado pode ou não estar prejudicado. O diagnóstico deve ser baseado na história e avaliação completas da criança e não apenas na presença de uma ou mais dessas características. O tratamento medicamentoso não é indicado para todas as crianças com esta síndrome. Os estimulantes não são indicados a crianças que apresentam sintomas secundários a fatores ambientais (em particular, crianças submetidas a maus tratos) e/ou distúrbios psiquiátricos primários, incluindo-se psicoses.

Uma orientação educacional apropriada é essencial e a intervenção psicossocial é geralmente necessária. Nos locais em que medidas corretivas isoladas forem comprovadamente insuficientes, a decisão de se prescrever um estimulante deverá ser baseada na determinação rigorosa da gravidade dos sintomas da criança.

Considerações especiais sobre o diagnóstico de TDAH em adultos:

A etiologia específica da síndrome é desconhecida, e não há teste de diagnóstico único. Adultos com TDAH têm padrões de sintomas caracterizados por mudança constante de atividades, tornando-se entediados facilmente, agitação, impaciência e desatenção. Sintomas como hiperatividade tendem a diminuir com o aumento da idade, possivelmente devido à adaptação, neurodesenvolvimento e automedicação. Sintomas de desatenção são mais importantes e têm um impacto maior em adultos com TDAH.

O diagnóstico em adultos deve incluir uma entrevista estruturada do paciente para determinar os sintomas atuais. A pré-existência de TDAH na infância deve ser determinada retrospectivamente. O diagnóstico não deve ser feito apenas na presença de um ou mais sintomas. A decisão de usar um estimulante em adultos deve ser baseada em uma avaliação completa da gravidade e cronicidade dos sintomas e seu impacto sobre a rotina do paciente.

Narcolepsia

Apenas a Cloridrato De Metilfenidato é indicada no tratamento da narcolepsia.

Os sintomas incluem sonolência durante o dia, episódios de sono inapropriados e ocorrência súbita de perda do tônus muscular voluntário.

Contraindicação do Cloridrato de Metilfenidato

https://consultaremedios.com.br/crsaude/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/problemas-de-saude/sua-saudeCloridrato De Metilfenidato é contraindicado para pacientes com:

  • Hipersensibilidade ao metilfenidato ou a qualquer excipiente;
  • Ansiedade, tensão;
  • Agitação;
  • Hipertireoidismo;
  • Distúrbios cardiovasculares pré-existentes incluindo hipertensão grave, angina, doença arterial oclusiva, insuficiência cardíaca, doença cardíaca congênita hemodinamicamente significativa, cardiomiopatias, infarto do miocárdio, arritmias que potencialmente ameaçam a vida e canalopatias (distúrbios causados por disfunção dos canais iônicos);
  • Durante tratamento com inibidores de monoamino oxidase (MAO), ou dentro de no mínimo 2 semanas de descontinuação do tratamento, devido ao risco de crises hipertensivas;
  • Glaucoma;
  • Feocromocitoma;
  • Diagnóstico ou história familiar de síndrome de Tourette.

Como usar o Cloridrato de Metilfenidato

Comprimidos: podem ser tomados com ou sem alimentos.

Cápsulas de liberação modificada e/ou seu conteúdo não devem ser triturados, mastigados ou divididos.

As cápsulas de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) podem ser administradas com ou sem alimento. Elas podem ser engolidas inteiras ou alternativamente, podem ser administradas espalhando o seu conteúdo sobre uma pequena quantidade de alimento (vide as instruções específicas abaixo).

Administração das cápsulas de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) espalhando o seu conteúdo sobre o alimento

As cápsulas podem ser cuidadosamente abertas e o seu conteúdo espalhado sobre um alimento leve (por exemplo, suco de maçã). O alimento não deve estar quente, pois isso pode afetar a propriedade de liberação controlada da formulação. A mistura do medicamento com o alimento deve ser consumida imediata e totalmente. O medicamento e o alimento não devem ser guardados para consumo futuro.

Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada), administrada como dose única, permite uma exposição total (AUC) de metilfenidato comparável à mesma dose total de Cloridrato De Metilfenidato (comprimidos) administrada 2 vezes ao dia.

Posologia

A dose de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) deve ser individualizada de acordo com as necessidades e respostas clínicas dos pacientes.

No tratamento do TDAH, procura-se adaptar a administração do medicamento aos períodos de maiores dificuldades escolares, comportamentais ou sociais para o paciente.

A Cloridrato De Metilfenidato deve ser iniciada com doses menores, com incrementos em intervalos semanais.

Doses diárias acima de 60 mg não são recomendadas para o tratamento da narcolepsia ou do TDAH em crianças. Doses diárias acima de 80 mg não são recomendadas para o tratamento de TDAH em adultos.

Se não for observada melhora dos sintomas posterior à titulação da dose após o período de um mês, o medicamento deve ser descontinuado.

Se os sintomas se agravarem ou ocorrerem outras reações adversas, a dosagem deverá ser reduzida ou, se necessário, pode-se descontinuar o medicamento.

Se o efeito do medicamento se dissipar muito cedo ao cair da noite, poderá ocorrer um retorno dos distúrbios comportamentais e/ou dificuldade para dormir. Uma pequena dose do comprimido de Cloridrato De Metilfenidato, ao anoitecer, poderá ajudar a resolver o problema.

Avaliação pré-tratamento

Antes de iniciar o tratamento com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) , os pacientes devem ser avaliados quanto aos distúrbios cardiovasculares e psiquiátricos pré-existentes e ao histórico familiar de morte súbita, arritmias ventriculares e distúrbios psiquiátricos.

Avaliação periódica do tratamento de TDAH

O tratamento medicamentoso não precisa ser indefinido. O médico deve periodicamente reavaliar o tratamento em períodos sem a medicação para avaliar o funcionamento do paciente sem a farmacoterapia. A melhora pode ser mantida, quando o fármaco é descontinuado temporária ou permanentemente.

Quando usado em crianças com TDAH, o tratamento pode, geralmente, ser descontinuado durante ou após a puberdade.

TDAH:

Crianças e adolescentes (6 anos de idade ou acima):

  • - Comprimidos: iniciar com 5 mg, 1 ou 2 vezes ao dia (por ex.: no café da manhã e no almoço), com incrementos semanais de 5 a 10 mg. A dosagem diária total deve ser administrada em doses divididas.
  • - Cápsulas de liberação modificada: é destinada à administração oral, uma vez ao dia, pela manhã. A dose inicial de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) recomendada é de 20 mg. Quando, a critério médico, uma dose inicial menor está indicada, os pacientes podem iniciar o tratamento com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) 10 mg.

Uma dose diária máxima de 60 mg não deve ser excedida.

Adultos

Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) deve ser administrada uma vez ao dia.

Pacientes que ainda não fazem tratamento com metilfenidato:

A dose inicial recomendada de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) é de 20 mg uma vez ao dia.

Pacientes que já fazem tratamento com metilfenidato:

O tratamento pode ser continuado com a mesma dose diária. Se o paciente foi previamente tratado com uma formulação de liberação imediata, uma conversão a uma dose recomendada adequada de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) deve ser feita.

Uma dose diária máxima de 80 mg não deve ser excedida.

Não é recomendada nenhuma diferença na dosagem entre pacientes adultos do sexo feminino e masculino.

Transferência de pacientes para o tratamento com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada)

A dose recomendada de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) deve ser igual à dose diária total da formulação de libertação imediata, não excedendo uma dose total de 60 mg em crianças e 80 mg em adultos. Um exemplo para pacientes em tratamento com uma formulação de libertação imediata de metilfenidato é apresentado abaixo:

Tabela 4: Dose diária recomendada ao transferir pacientes para o tratamento com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada)

Dose de metilfenidato anterior Dose recomendada de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada)
5 mg de metilfenidato duas vezes ao dia 10 mg uma vez ao dia
10 mg de metilfenidato duas vezes ao dia 20 mg uma vez ao dia
15 mg de metilfenidato duas vezes ao dia 30 mg uma vez ao dia
20 mg de metilfenidato duas vezes ao dia 40 mg uma vez ao dia

Para outros regimes posológicos de metilfenidato, o julgamento clínico deve ser utilizado quando se seleciona a dose inicial. A dosagem de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) pode ser ajustada em intervalos semanais com incrementos de 10 mg para crianças e 20 mg para adultos. Não se recomenda uma dose diária superior a 60 mg em crianças e 80 mg em adultos.

Narcolepsia:

Apenas a Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) é aprovada no tratamento da narcolepsia em adultos.

A dose média diária é de 20 a 30 mg, administrada em 2 a 3 doses divididas.

Alguns pacientes podem necessitar de 40 a 60 mg diários, enquanto para outros, 10 a 15 mg diários serão adequados. Em pacientes com dificuldade para dormir, se a medicação for administrada ao final do dia, devem tomar a última dose antes das 18 horas.

Uma dose diária máxima de 60 mg não deve ser excedida.

Posologia para populações especiais

Insuficiência renal

Não foram realizados estudos em pacientes com insuficiência renal.

Insuficiência hepática

Não foram realizados estudos em pacientes com insuficiência hepática.

Pacientes geriátricos

Não foram realizados estudos em pacientes com mais de 60 anos de idade.

Cloridrato De Metilfenidato (comprimidos): este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada): este medicamento não deve ser aberto ou mastigado.

 

 



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SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO OU DE SEU MÉDICO. LEIA A BULA.



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