reforgan


RESULTADOS: 4

  •     DROGARIA PRIMUS
  •      REFORGAN
  •      Apresentação: 250 MG COM REV CT BL AL PLAS INC X 20
  •      Princípio Ativo: ASPARTATO DE L-ARGININA...
  •      Fabricante: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7897460401071
     
    PMC: 52.59
  •      R$ 26.39
     
  •     FARMA DELIVERY
  •      REFORGAN
  •      Apresentação: 250 MG COM REV CT BL AL PLAS INC X 20
  •      Princípio Ativo: ASPARTATO DE L-ARGININA...
  •      Fabricante: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7897460401071
     
    PMC: 52.59
  •      R$ 40.73
     
  •     FARMA 22
  •      REFORGAN
  •      Apresentação: 250 MG COM REV CT BL AL PLAS INC X 20
  •      Princípio Ativo: ASPARTATO DE L-ARGININA...
  •      Fabricante: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7897460401071
     
    PMC: 52.59
  •      R$ 43.78
     
  •     AGILLE MEDICAMENTOS
  •      REFORGAN
  •      Apresentação: 250 MG COM REV CT BL AL PLAS INC X 20
  •      Princípio Ativo: ASPARTATO DE L-ARGININA...
  •      Fabricante: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7897460401071
     
    PMC: 52.59
  •      R$ 49.94
     



 INFORMAÇÕES DO MEDICAMENTO


ASPARTATO DE L-ARGININA


Para que serve o Aspartato de arginina

Aspartato de arginina (substância ativa) é um medicamento destinado ao tratamento da astenia (fadiga e cansaço).

Contraindicação do Aspartato de arginina

Aspartato de arginina (substância ativa) não deve ser utilizado em pacientes com hipersensibilidade a Aspartato de arginina (substância ativa) ou a qualquer outro componente da fórmula.

Como usar o Aspartato de arginina

Dissolver o comprimido em meio copo de água e tomar, de preferência, durante as refeições.

Tomar, 1 comprimido 2 vezes ao dia, em séries de 15 a 30 dias.

Insuficiência renal, hepática ou diabetes

Não há na literatura dados disponíveis sobre a posologia específica em situações de insuficiência renal, hepática ou diabetes. Nestes casos, os pacientes devem ter os sintomas e sinais monitorados individualmente pelo médico.

Idosos

Não há advertências e/ou recomendações especiais para o uso deste medicamento por pacientes idosos. Estudos sugerem que o uso de Aspartato de arginina (substância ativa) é seguro nestes pacientes.

Não há estudos dos efeitos de Aspartato de arginina (substância ativa) administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Reações Adversas do Aspartato de arginina

Aspartato de arginina (substância ativa) pode liberar histamina na pele. Aspartato de arginina (substância ativa) pode causar hipercalemia em pacientes com disfunção hepática ou renal ou com diabetes. Em alguns casos, as complicações da hipercalemia podem colocar em risco a vida destes pacientes.

Cólicas abdominais e inchaço podem ocorrer em pacientes com fibrose cística. Nesses pacientes também foi observada significativa perda de peso.

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de Aspartato de arginina (substância ativa) em exames laboratoriais.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação Medicamentosa do Aspartato de arginina

Em pacientes tratados com diuréticos poupadores de potássio (espironolactona, amilorida, triamterene) o uso de Aspartato de arginina (substância ativa) pode provocar hipercalemia, uma vez que Aspartato de arginina (substância ativa) induz o transporte do potássio para fora da célula, aumentando assim a concentração de potássio no meio extracelular. Monitorar os níveis plasmáticos de potássio desde o início do tratamento concomitante com estes fármacos.

Precauções do Aspartato de arginina

Deve ser utilizado com cautela em pacientes com doença renal ou anúria, doença hepática ou diabetes.

Gravidez e lactação

Aspartato de arginina (substância ativa) só deve ser utilizado durante a gravidez ou lactação, quando os benefícios esperados superarem os possíveis riscos.

Categoria de risco na gravidez: B. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Ação do Aspartato de arginina

Resultados de eficácia

Em estudo clínico de grupos paralelos, com 14 pacientes do sexo masculino, em sua maioria portadores de doenças infectocontagiosas (hepatitevaricela e tétano) em período de convalescença, foram tratados com Aspartato de arginina (substância ativa) (3g/dia, divididas em duas tomadas) (grupo arginina) ou um complexo multivitamínico (grupo multivitamínico) para melhora dos sintomas de fadiga. Como parâmetro de avaliação clínica da fadiga consideraram se os seguintes índices: sensação de cansaço, apresentação na entrevista, capacidade para o trabalho, apetite, potencia sexual, sono e memória de fixação. Nenhum evento adverso relacionado ao uso do Aspartato de arginina (substância ativa) foi observado. Os escores de remissão de fadiga em relação à sensação de cansaço foram 6,85 no grupo arginina e 3,71 no grupo multivitamínico (p<0,1) e a remissão dos sinais de astenia foram 7 para o grupo arginina e 3 para o grupo multivitamínico (p<0,05) Os resultados indicam eficácia do Aspartato de arginina (substância ativa) no tratamento da astenia, em suas várias manifestações.

Em estudo clínico duplo-cego, randomizado, controlado por placebo, a eficácia do Aspartato de arginina (substância ativa) 3g/d, via oral, por 10 semanas para o tratamento de fadiga e astenia foi avaliada em voluntários saudáveis submetidos à condição de estresse. Foram utilizados testes psicométricos e foram dosados os níveis salivares de cortisol e testosterona. Cento e vinte estudantes de medicina (idade de 20 a 27 anos) foram incluídos. As avaliações foram feitas durante seis sessões da manhã, cada um a cada duas semanas, durante 10 semanas. Os resultados indicam que Aspartato de arginina (substância ativa) foi eficaz quando comparado ao placebo em melhorar os sentimentos subjetivos de fadiga, no final do estudo, como revelado em autoavaliações com “Roma Burnout Inventory” (escala de exaustão física), “Wessely Modificado Fatigue Questionnaire” e “Beck Depression Inventory”. Não foram observados efeitos sobre os níveis de ansiedade. Uma redução significativa de cortisol salivar matinal foi observada nas voluntárias femininas ao final do estudo. Este efeito foi também presente nos homens sem atingir o nível estatisticamente significante. Além disso, um aumento significativo da T/C índice, considerado como um marcador de saldo positivo anabólico/catabólico e que podem melhorar a função muscular foi encontrado.

A administração de Aspartato de arginina (substância ativa na dose de 1,6g por dia durante 90 dias em 16 idosos com demência senil levou á diminuição de peroxidação lipídica, resultando em melhora da função cognitiva (de 16 + 8 para 23 + 7, p<0,0001). Embora o mecanismo fisiológico para esse resultado não seja esclarecido, os autores sugerem aumento da concentração de óxido nítrico como neurotransmissor, ou aumento do fluxo sanguíneo cerebral, ou ainda, redução do estresse oxidativo no sistema nervoso central. Nenhum evento adverso foi registrado.

O efeito da ingestão de 3 gramas por dia (2 doses diárias de 1,5g) por 15 dias de Aspartato de arginina (substância ativa) no processo fisiológico da fadiga muscular foi avaliado em 12 voluntários saudáveis, através do controle de exercícios musculares (extensão do joelho) por meio de aparelho apropriado. Os resultados demonstraram melhora estatisticamente significativa (p < 0.05) de pelo menos 10% em cerca de metade da população, no movimento de extensão do joelho, comparando-se os valores de uma escala de índices de fadiga antes e após a terapia, com melhora da capacidade de resistência muscular a fadiga.

Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas

O Aspartato de arginina (substância ativa) (AA) é uma molécula formada por dois aminoácidos: o aspartato e a arginina.

O aspartato (ASP) age no organismo pela transmissão de grupamentos aminados aos corpos cetônicos, desempenhando importante papel em certos processos metabólicos, notadamente em relação ao ciclo de Krebs, como precursor do oxalacetato. O ASP também tem alguma participação no ciclo da ureia, embora a arginina tenha ação mais direta na manutenção do balanço nitrogenado.

A arginina (ARG) é constituinte universal das proteínas, estando em 90% na constituição das protoaminas.

Fisiologicamente a ARG aumenta a urogênese, provocando a transformação de amoníaco tóxico em ureia atóxica e diurética (ciclo da ureia). Estimula o ciclo de Krebs fornecendo energia à célula hepática e, sendo precursor metabólico da creatinina e é indispensável ao anabolismo aminado do músculo. A ARG também atua na secreção de hormônios (vasopressina - hormônio antidiurético) e modulação do sistema imunológico.

Sabe-se que a deficiência de ARG por si só é capaz de produzir sintomas de astenia, semelhantes à distrofia muscular e diminui a produção de insulina, alterando o metabolismo da glicose e lipídeos no fígado. Entretanto, sua ação mais conhecida é como precursor direto do óxido nítrico (NO), um fator chave de relaxamento vascular proveniente do endotélio, revestimento interno dos vasos sanguíneos do corpo humano.

A ARG tem a importante função de estimular a produção de NO e através desse é capaz de exercer efeitos benéficos nos sistemas muscular, cardiovascular e imunológico e, também, sistema nervoso central como potente neurotransmissor (inclusive na formação da memória), dentre outros benefícios.

Portanto, Aspartato de arginina (substância ativa) é utilizado no tratamento de astenia (fadiga) que atua tanto no plano físico muscular quanto no plano psíquico.

Propriedades farmacocinéticas

Aspartato de arginina (substância ativa) ingerida por via oral é bem absorvida no trato gastrintestinal, produzindo picos plasmáticos aproximadamente 2 horas após o consumo. A biodisponibilidade absoluta é aproximadamente 70%. A arginina é um aminoácido metabolizado pelo fígado secundariamente à quebra do grupo guanidina pela arginase, resultando na formação de ureia e ornitina. No final, a ornitina pode ser utilizada para a produção de glicose. Nos rins, o Aspartato de arginina (substância ativa) é eliminada por filtração glomerular e quase completamente reabsorvida pelos túbulos renais. A meiavida de eliminação é de 1,2 a 2 horas.



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SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO OU DE SEU MÉDICO. LEIA A BULA.



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