polvilho antisseptico granado


RESULTADOS: 7

  •     FARMA 22
  •      POLVILHO ANTISSÉPTICO GRANADO SPORT
  •      Apresentação: 3,0G+0.352G+17.602G+11,735G PO TOP FR PLAS OPC 100 G
  •      Princípio Ativo: ÓXIDO DE ZINCO;ÁCIDO SALICÍLICO;ÁCIDO BÓRICO;ENXOFRE...
  •      Fabricante: CASA GRANADO LABORATÓRIOS, FARMÁCIAS E DROGARIAS S/A
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896512904126
     
    PMC: 
  •      R$ 7.78
     
  •     FARMA 22
  •      POLVILHO ANTISSÉPTICO GRANADO
  •      Apresentação: 3,0G+0.352G+17.602G+11,735G PO TOP FR PLAS OPC 100 G
  •      Princípio Ativo: ÓXIDO DE ZINCO;ÁCIDO SALICÍLICO;ÁCIDO BÓRICO;ENXOFRE...
  •      Fabricante: CASA GRANADO LABORATÓRIOS, FARMÁCIAS E DROGARIAS S/A
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896512904089
     
    PMC: 
  •      R$ 7.92
     
  •     FARMA 22
  •      POLVILHO ANTISSÉPTICO GRANADO PINK
  •      Apresentação: 3,0 G + 0,325 G + 17,602 G + 11,735 G PO TOP FR PLAS OPC 100 G
  •      Princípio Ativo: ÓXIDO DE ZINCO;ÁCIDO SALICÍLICO;ÁCIDO BÓRICO;ENXOFRE...
  •      Fabricante: CASA GRANADO LABORATÓRIOS, FARMÁCIAS E DROGARIAS S/A
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896512913708
     
    PMC: 
  •      R$ 8.03
     
  •     FARMA 22
  •      POLVILHO ANTISSÉPTICO GRANADO FRESH
  •      Apresentação: 3,0G+0.352G+17.602G+11,735G PO TOP FR PLAS OPC 100 G
  •      Princípio Ativo: ÓXIDO DE ZINCO;ÁCIDO SALICÍLICO;ÁCIDO BÓRICO;ENXOFRE...
  •      Fabricante: CASA GRANADO LABORATÓRIOS, FARMÁCIAS E DROGARIAS S/A
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896512904324
     
    PMC: 
  •      R$ 8.41
     
  •     FARMA DELIVERY
  •      POLVILHO ANTISSÉPTICO GRANADO
  •      Apresentação: 3,0G+0.352G+17.602G+11,735G PO TOP FR PLAS OPC 100 G
  •      Princípio Ativo: ÓXIDO DE ZINCO;ÁCIDO SALICÍLICO;ÁCIDO BÓRICO;ENXOFRE...
  •      Fabricante: CASA GRANADO LABORATÓRIOS, FARMÁCIAS E DROGARIAS S/A
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896512904089
     
    PMC: 
  •      R$ 8.64
     
  •     FARMA 22
  •      POLVILHO ANTISSÉPTICO GRANADO
  •      Apresentação: 3,0G+0.352G+17.602G+11,735G PO TOP FR PLAS OPC 200 G
  •      Princípio Ativo: ÓXIDO DE ZINCO;ÓLEO DE FÍGADO DE BACALHAU;RETINOL;COLECALCIFER...
  •      Fabricante: CASA GRANADO LABORATÓRIOS, FARMÁCIAS E DROGARIAS S/A
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896512902504
     
    PMC: 
  •      R$ 12.41
     
  •     FARMA DELIVERY
  •      POLVILHO ANTISSÉPTICO GRANADO
  •      Apresentação: 3,0G+0.352G+17.602G+11,735G PO TOP FR PLAS OPC 200 G
  •      Princípio Ativo: ÓXIDO DE ZINCO;ÓLEO DE FÍGADO DE BACALHAU;RETINOL;COLECALCIFER...
  •      Fabricante: CASA GRANADO LABORATÓRIOS, FARMÁCIAS E DROGARIAS S/A
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896512902504
     
    PMC: 
  •      R$ 15.18
     



 INFORMAÇÕES DO MEDICAMENTO


ÓXIDO DE ZINCO;ÓLEO DE FÍGADO DE BACALHAU;RETINOL;COLECALCIFEROL


Para que serve o Retinol + Colecalciferal + Óxido de Zinco + Óleo Fígado de Bacalhau

Retinol + Colecalciferal + Óxido De Zinco + Óleo Fígado De Bacalhau é indicado para proteger a delicada pele do bebê das assaduras. Sua formulação única, com vitaminas A (retinol) e D (colecalciferol) incorporadas a agentes emolientes e hidratantes, forma uma camada protetora contra substâncias presentes nas fezes e urina que causam assaduras.

Contraindicação do Retinol + Colecalciferal + Óxido de Zinco + Óleo Fígado de Bacalhau

Contraindicado em crianças com hipersensibilidade a um dos componentes da formulação.

Como usar o Retinol + Colecalciferal + Óxido de Zinco + Óleo Fígado de Bacalhau

Antes de trocar a fralda, lavar bem as mãos. Limpar cuidadosamente a pele do bebê. Aplicar e massagear suavemente para espalhar a pomada, cobrindo toda a área coberta pela fralda, para evitar o contato da urina e fezes com a pele. Lavar as mãos imediatamente após a aplicação da pomada.

Posologia

Uso externo e deve ser utilizado a cada troca de fralda.

Aplicar uma quantidade generosa da pomada para formar uma camada protetora, principalmente à noite. O uso diário diminui a ocorrência de assaduras em crianças.

Reações Adversas do Retinol + Colecalciferal + Óxido de Zinco + Óleo Fígado de Bacalhau

Retinol + Colecalciferal + Óxido De Zinco + Óleo Fígado De Bacalhau(subtância ativa) é geralmente bem tolerado quando usado na posologia indicada.

A reação adversa relatada até o momento foi:

Classificação por sistema ou órgão

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Distúrbio de pele e tecidos subcutâneos

Irritação na pele

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em: http://www.anvisa.gov.br/hotsite/novisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação Medicamentosa do Retinol + Colecalciferal + Óxido de Zinco + Óleo Fígado de Bacalhau

Nenhuma interação específica com com este medicamento é conhecida até o momento.

Precauções do Retinol + Colecalciferal + Óxido de Zinco + Óleo Fígado de Bacalhau

A melhor forma de tratamento e prevenção das assaduras é a frequente troca de fraldas, o que evita o contato prolongado com a urina e as fezes.

Este medicamento não trata infecção bacteriana ou fúngica.

Para não irritar a pele do bebê, devido à fricção mecânica durante as trocas de fraldas e limpeza doperíneo, a retirada total de deste produto a cada troca de fralda não é obrigatória.

Em casos raros, o óxido de zinco poderá causar irritação da pele com o uso continuado do produto. Evitar o contato do produto com os olhos.

Ação do Retinol + Colecalciferal + Óxido de Zinco + Óleo Fígado de Bacalhau

Resultados de Eficácia

dermatite irritativa primária da área das fraldas, ou comumente chamada de assadura, é provavelmente o problema de pele (afecção cutânea) mais frequente na primeira infância. O uso da fralda ocasiona aumento da temperatura e umidade locais, com consequente maceração da pele, que se torna mais susceptível à irritação ocasionada pelo contato prolongado da urina e das fezes na região coberta pelas fraldas. Frequentemente ocorre infecção secundária por cândida ou por bactérias como Bacillos faecallis, Proteus, Pseudomonas, Staphylococcus e Streptococcus.

A melhor conduta é a prevenção, que engloba um conjunto de medidas cujos principais objetivos são manter a área seca, limitar a mistura e dispersão da urina e das fezes, reduzir seu contato com a pele, evitar irritação e maceração, preservar a função da barreira cutânea e manter, sempre que possível, o pH ácido. Estudos sugerem que a elevação do pH local pela quebra de ureia presente na urina aumenta a atividade das proteases e lipases fecais, que são fatores importantes na etiopatogenia da dermatite.

As formulações à base de óxido de zinco são utilizadas como barreiras para evitar a umidade excessiva da área das fraldas, minimizar as perdas transepidérmicas de água e diminuir a permeabilidade da pele, prevenindo assim o contato das fezes com a pele.

Um estudo randomizado, monocêntrico, múltipla-dose, simples cego, paralelo foi realizado para determinar a segurança e a eficácia na prevenção da dermatite de fraldas. O estudo foi realizado com 111 bebês saudáveis, de seis a doze meses, de ambos os sexos e usando exclusiva e diariamente fraldas descartáveis (tamanho três para crianças de aproximadamente 7-12 quilos) a serem trocadas no mínimo quatro vezes ao dia. Os participantes do estudo foram divididos em dois grupos, grupo “Baby Diaper Rash Ointment” e grupo controle (sem tratamento). A pomada foi usada a cada troca de fralda por quatro semanas. A avaliação da prevenção da dermatite irritativa primária da área das fraldas (DIPF) foi realizada através da avaliação perceptiva da medida da frequência e da duração da dermatite. A frequência da DIPF foi medida pela frequência do diagnóstico e proporção das visitas com DIPF. Foi empregada a escala Diaper Rash Grading Scale (DRGS), desenvolvida e validada pela Procter & Gamble para avaliar as condições da pele na área das fraldas e se baseava no grau de vermelhidão da pele de interesse em relação a pele normal. A variável primária de interesse pré- especificada foi a incidência da frequência de DIPF na área anal, que é a mais comumente afetada pela natureza dessa condição.

A segurança do uso foi avaliada pela frequência e causalidade de eventos adversos reportados voluntariamente ou associados com o uso de fraldas. O tamanho da amostra foi determinado com base nos dados de DIPF da região anal. A incidência de dermatite entre os dois grupos foi comparada usando-se o teste do Qui-quadrado e de Fisher e a proporção de visitas com DIPF foi computada por paciente como variável secundária. Utilizou-se análise de variância (ANOVA) para tratamento e sexo. Uma redução significante da incidência (p<0,006) de DIPF no grupo de tratamento (41% vs 51%) foi observada para a área de interesse deste estudo (área anal, população ITT P<0.001 e P<0.003 por protocolo). A eficácia na prevenção com o tratamento com foi demonstrada na terceira semana de uso (visita número 3, com análise por protocolo somente), tornando-se significantemente superior na oitava semana de tratamento (com análise por intenção de tratamento e por protocolo). Observou-se também uma redução significante na proporção das visitas apresentando DIPF na área anal com o tratamento. Nenhum evento adverso foi associado com o uso do produto ou tratamento neste estudo.

Em outro estudo realizado pela Procter & Gamble e Hilltop Research no Canadá, foi analisado o uso de fraldas com pomada a base de óxido de zinco a 7,5% em vaselina (53%), quantidade semelhante à empregada neste medicamento. Este estudo foi conduzido com a participação de 304 crianças saudáveis (151 do sexo feminino), com idade média de 9,9 meses [2,5 a 29,8 meses] e peso médio de 8,9 Kg [6,1 a 13,8 kg], divididas em dois grupos. O estudo duplo-cego, randomizado e paralelo utilizou-se de fralda teste, com pomada de óxido de zinco na quantidade semelhante à deste medicamento. No grupo controle, foram utilizadas fraldas sem óxido de zinco. Visualmente, as fraldas tinham aspecto semelhante. O estudo teve duração de quatro semanas e as avaliações foram realizadas duas vezes por semana. A análise dos resultados confirmou a eficácia do óxido de zinco, mostrando uma redução significativa na gravidade do DIPF em todas as áreas estudadas e redução da presença de DIPF na maioria das áreas da pele (regiões genital, nádegas e intertriginosa) coberta pela fralda com óxido de zinco (p<0,10). O número total de eventos adversos relatados foi de 38 (a maioria ocorrida no grupo controle), dos quais 29 foram causados por novo DIPF (21 no grupo controle e somente oito no grupo com óxido de zinco), sendo que todos permaneceram até o final do estudo. Dos nove eventos adversos restantes, seis tiveram infecção por cândida (cinco no grupo controle e somente um no grupo de fraldas com óxido de zinco), dois tiveram agravamento de DIPF (um no grupo controle e um no de óxido de zinco) e uma criança apresentou reação cutânea independente da área de fralda (de exposição ao óxido de zinco).

Um terceiro estudo randomizado, duplo-cego e paralelo realizado pela Procter & Gamble em St Petersburg, Flórida, incluiu 139 crianças (67 mulheres e 72 homens) com DIPF de grau leve a grave. O peso médio das crianças incluídas no estudo foi de 9,4 kg (6,8 a 13,2 kg) e a idade média, 12 meses (3 a 32,7 meses). As crianças foram dividas em grupo teste, que utilizou fralda semelhante à do estudo anterior e um preparado de óxido de zinco 7,5% em base de vaselina (53%), e grupo controle, que utilizou apenas a fralda. Foram avaliadas quanto ao grau de eritema e do rash, duas vezes ao dia nos dois primeiros dias e uma vez por dia nos dois dias subsequentes. Foi observada melhora significativa na gravidade da DIPF, principalmente na área perianal, no grupo teste em relação ao grupo controle (p<0,05), além de resolução mais rápida do quadro inflamatório. Os resultados confirmaram a eficácia do preparado contendo óxido de zinco no tratamento e prevenção da DIPF.

Características Farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas

Este produto é destinado a formar uma barreira de proteção à pele do bebê, evitando o contato com a urina e fezes, prevenindo a dermatite de fraldas. Possui em sua formulação os ativos retinol (vitamina A), colecalciferol (vitamina D), óxido de zinco e óleo de fígado de bacalhau.

O zinco é um dos oligoelementos mais importantes para o ser humano, sendo fundamental para várias vias de sinalização metabólicas e celulares, síntese de DNA e RNA e indispensável para o bom funcionamento do sistema imunológico. É um elemento muito presente na pele, onde é necessário dada a alta taxa proliferativa deste tecido. A suplementação de zinco via oral melhora a taxa e a qualidade de cicatrização da pele, assim como o zinco aplicado topicamente. O zinco e as proteínas contendo zinco estão presentes em quase todas as etapas da cicatrização, seja na modificação da matriz extracelular, migração celular, síntese proteica ou na redução da inflamação. O zinco inibe a degranulação de mastócitos, reduzindo a secreção de histamina, que é um importante mediador da resposta inflamatória. Seu efeito sobre o queratinócito, reduzindo a expressão da molécula 1 de adesão intercelular em sua superfície e reduzindo sua secreção de TNF-alfa a diferentes estímulos, confere a este elemento uma ação tanto preventiva quanto terapêutica sobre a inflamação. Além disso, existem evidências de que o zinco tenha ação antimicrobiana, sendo um dos mecanismos possíveis a inibição de exoenzimas bacterianas. Também foi observada uma atividade reduzida de fosfatase alcalina em feridas tratadas com óxido de zinco, indicando ação estimulatória deste sobre o processo de fagocitose por polimorfonucleares. O óxido de zinco é a forma mais utilizada em formulações tópicas.

As ações benéficas do óxido de zinco podem ser potencializadas pela adição de outros componentes à estrutura de sua emulsão, como as vitaminas lipossolúveis A e D.

O retinol e seus derivados apresentam vários benefícios quando aplicados topicamente favorecendo a manutenção da pele normal, por atuar no processo de hiperqueratinização, na diferenciação das células epiteliais e na síntese de colágeno.

O colecalciferol aplicado topicamente é absorvido pela pele, onde é hidroxilado em 25 hidroxivitamina D3 (25(OH)D) e este também é hidroxilado e convertido em calcitriol. O calcitriol liga-se aos receptores de vitamina D, regulando a taxa de proliferação celular, estimulando a diferenciação de queratinócitos e modulando a resposta imunológica local. Quando adicionada a veículos emolientes, mostrou potencializar o efeito hidratante deste.

O óleo de fígado de bacalhau serve de veículo para estes emolientes e ajuda na manutenção da hidratação da pele. Um estudo realizado em ratos mostrou que o uso tópico de óleo de fígado de bacalhau acelerou significativamente a reepitelização e a neovascularização de feridas, e a vitamina A mostrou ter importante papel na velocidade do processo de cicatrização.



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SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO OU DE SEU MÉDICO. LEIA A BULA.



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