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 INFORMAÇÕES DO MEDICAMENTO


DIPIRIDAMOL


Para que serve o Dipiridamol

Dipiridamol (substância ativa) injetável é indicado como auxiliar em testes diagnósticos de esforço (teste ergométrico), na avaliação da perfusão miocárdica com tálio e na ecocardiografia de estresse para avaliação de coronariopatias isquêmicas, sendo uma alternativa usada particularmente em pacientes que não podem realizar exercício adequadamente.

A sensibilidade e a especificidade das imagens obtidas com o tálio e Dipiridamol (substância ativa) são praticamente idênticas às obtidas com tálio e esforço.

Contraindicação do Dipiridamol

Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.

Como usar o Dipiridamol

A dose intravenosa de Dipiridamol (substância ativa) como adjuvante na avaliação da perfusão miocárdica por tálio deve ser ajustada de acordo com o peso do paciente. A dose recomendada é de 0,142 mg/kg/minuto infundida durante 4 minutos. A dose máxima é de 0,84 mg/kg infundida durante 6-10 minutos. Não se recomenda exceder a dose máxima.

Antes da infusão intravenosa, Dipiridamol (substância ativa) deve ser diluído em solução de cloreto de sódio 0,45% ou 0,9% ou em solução glicosada a 5%, numa proporção mínima de 1:2, para produzir um volume total de aproximadamente 20 a 50 ml. A infusão de Dipiridamol (substância ativa) não diluído pode provocar irritação local. O tálio-201 deve ser injetado no prazo de 5 minutos após a infusão de 4 minutos de Dipiridamol (substância ativa).

Dipiridamol (substância ativa) não deve ser misturado com outras drogas na mesma seringa nem no mesmo frasco de infusão.

Não se recomenda o uso pediátrico, pois a eficácia e a segurança em crianças ainda não foram estabelecidas.

Reações Adversas do Dipiridamol

Durante o uso de Dipiridamol (substância ativa) como um adjuvante na avaliação miocárdica, relataram-se os seguintes eventos adversos

Reações muito comuns (>1/10)

Cefaleia, tontura, dor torácica/angina pectoris.

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Parestesia, arritmia, taquicardia, hipotensão, fogacho, náusea, alterações do segmento ST-T no eletrocardiograma.

Reação incomum (>1/1.000 e <1/100)

Infarto do miocárdio, bradicardia, broncoespasmo, dor abdominal.

Reações raras (>1/10.000 e <1/1.000)

Hipersensibilidade, ataque isquêmico transitório, morte de causa cardíaca.

Reações muito raras (<1/10.000)

Reações anafilactoides, acidente vascular cerebralconvulsão, parada cardíaca, fibrilação ventricular.

Reações com frequência desconhecida

Edema angioneurótico, síncope, parada sinusal, bloqueio atrioventricular, laringoespasmo, diarreia, vômitos, urticária, rash, mialgia, edema, alterações no eletrocardiograma.

Com a administração de altas doses de dipiridamol por via intravenosa, como a dose utilizada na produção de imagem cardíaca, relataram-se efeitos adversos mais graves e com maior frequência quando comparados aos relatados durante administração oral ou intravenosa nas doses recomendadas. Contudo, todos os dados disponíveis sugerem que a razão entre o risco e o benefício é, pelo menos, tão favorável quanto à razão do teste convencional por esforço.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária-NOTIVISA ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

 

 



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