faulblastina


RESULTADOS: 6

  •     4BIO MEDICAMENTOS ESPECIAIS
  •      FAULBLASTINA
  •      Apresentação: 1 MG/ML SOL INJ CT 5 FA VD INC X 10 ML
  •      Princípio Ativo: SULFATO DE VIMBLASTINA...
  •      Fabricante: LIBBS FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896094203006
     
    PMC: 
  •      R$ 279.84
     
  •     4BIO MEDICAMENTOS ESPECIAIS
  •      FAULBLASTINA
  •      Apresentação: 1 MG/ML SOL INJ CT 5 FA VD AMB X 10 ML
  •      Princípio Ativo: SULFATO DE VIMBLASTINA...
  •      Fabricante: LIBBS FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896094208100
     
    PMC: 
  •      R$ 287.67
     
  •     AGILLE MEDICAMENTOS
  •      FAULBLASTINA
  •      Apresentação: 1 MG/ML SOL INJ CT 5 FA VD AMB X 10 ML
  •      Princípio Ativo: SULFATO DE VIMBLASTINA...
  •      Fabricante: LIBBS FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896094208100
     
    PMC: 
  •      R$ 350.00
     
  •     FARMACLASS DELIVERY
  •      FAULBLASTINA
  •      Apresentação: 1 MG/ML SOL INJ CT 5 FA VD INC X 10 ML
  •      Princípio Ativo: SULFATO DE VIMBLASTINA...
  •      Fabricante: LIBBS FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896094203006
     
    PMC: 
  •      R$ 350.00
     
  •     SINGULAR MEDICAMENTOS ESPECIAIS
  •      FAULBLASTINA
  •      Apresentação: 1 MG/ML SOL INJ CT 5 FA VD AMB X 10 ML
  •      Princípio Ativo: SULFATO DE VIMBLASTINA...
  •      Fabricante: LIBBS FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896094208100
     
    PMC: 
  •      R$ 355.00
     
  •     FARMACLASS DELIVERY
  •      FAULBLASTINA
  •      Apresentação: 1 MG/ML SOL INJ CT 5 FA VD AMB X 10 ML
  •      Princípio Ativo: SULFATO DE VIMBLASTINA...
  •      Fabricante: LIBBS FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896094208100
     
    PMC: 
  •      R$ 390.00
     



 INFORMAÇÕES DO MEDICAMENTO


SULFATO DE VIMBLASTINA


Para que serve o Sulfato de Vimblastina

O sulfato de vimblastina é frequentemente associado a outros agentes antineoplásicos no tratamento das seguintes neoplasias: doença de Hodgkin generalizada (estágio III e IV); linfoma linfocítico (nodular e difuso, pouco ou muito diferenciado); linfoma histiocítico; micose fungoide (estágio avançado); carcinoma de testículo avançado; sarcoma de Kaposi; doença de Letter-Siwe (histiocitose X).

Também pode ser utilizado no tratamento de coriocarcinoma resistente a outros agentes quimioterápicos e no carcinoma de mama que não responde a outros agentes terapêuticos.

Contraindicação do Sulfato de Vimblastina

Em casos de hipersensibilidade conhecida ao sulfato de vimblastina ou a qualquer componente de sua formulação.

Não deve ser administrada em pacientes com leucopenia ou pacientes com infecção bacteriana.

Como usar o Sulfato de Vimblastina

Sulfato de Vimblastina (substância ativa) deve ser administrada exclusivamente por via intravenosa (injeção ou infusão). Sulfato de Vimblastina (substância ativa) deve ser administrada uma vez a cada sete dias.

Adultos

Em adultos, a posologia inicial é de uma dose única de 3,7 mg/m2 de superfície corporal, seguida da contagem de leucócitos, para avaliação da sensibilidade individual do paciente ao sulfato de vimblastina.

A dose nunca deve ser superior àquela que reduz a contagem de leucócitos para valores próximos de 3.000 células/mm3. A dose recomendada para intervalos semanais deve seguir a tabela abaixo:

Doses Adultos mg/m2 superfície corporal Crianças mg/m2 superfície corporal
1ª dose 3,7 2,5
2ª dose 5,5 3,75
3ª dose 7,4 5,0
4ª dose 9,25 6,25
5ª dose 11,1 7,5

A dose poderá ser aumentada sem exceder os valores de 18,5 mg/m2 em adultos e 12,5 mg/m2 em crianças. A dose não deve ser aumentada após a contagem de leucócitos atingir valores de aproximadamente 3 x 109 células/L (3.000 células/mm3).

Para a maioria dos pacientes adultos, a dose semanal máxima está entre 5,5-7,4 mg/m2de superfície corporal. Poderá ocorrer leucopenia com o uso de doses de 3,7 mg/m2 de superfície corporal. Alguns pacientes poderão precisar de doses de 11,1 mg/m2 de superfície corporal, muito raramente de 18,5 mg/m2, não devendo esta dose ser excedida.

Outra dose não deve ser administrada até que a contagem de leucócitos tenha retornado a valores de pelo menos 4.000 células/mm3 , mesmo que já tenham decorrido mais de sete dias após a última administração. Em alguns casos, a resposta terapêutica pode preceder o efeito leucopênico. Quando isto ocorrer, não há necessidade do aumento subsequente da dose.

Terapia de manutenção

A dose na terapia de manutenção deve ser administrada uma vez por semana, e será a dose imediatamente inferior àquela que reduz a contagem de leucócitos para valores próximos de 3.000 células/mm3. Desta forma, o paciente estará recebendo uma dose máxima que não causa leucopenia.

A duração da terapia de manutenção depende da patologia que está sendo tratada e do agente antineoplásico usado em combinação. A terapia de manutenção no tratamento da doença de Hodgkin está sujeita a uma variedade de opções e de duração.

O uso prolongado de quimioterápicos na terapia de manutenção envolve vários riscos, entre eles, a ocorrência de doenças infecciosas, esterilidade e a possibilidade de aparecimento de outros tipos de câncer, devido à supressão do sistema imunológico.

Pacientes com comprometimento hepático

Recomenda-se redução de 50% na dose de vimblastina quando a dosagem sérica de bilirrubina direta estiver acima de 3 mg/100 mL.

Cuidados de administração

Sulfato de Vimblastina (substância ativa) não deve ser administrada por via intramuscular, subcutânea ou intratecal. A administração intratecal pode ser fatal.

Antes de sua administração, as medicações para uso parenteral devem ser inspecionadas visualmente quanto à presença de partículas em suspensão e quanto à descoloração, sempre que a solução e o recipiente permitirem.

Podem ser utilizadas seringas com ajuste “Luer-Lock” e de diâmetro interno largo, para minimizar a pressão e a formação eventual de aerossol. A formação de aerossol pode ser diminuída pela utilização de agulha com respiro durante a preparação.

Sulfato de Vimblastina (substância ativa) pode ser administrada por infusão ou injeção intravenosa.

É extremamente importante certificar-se de que a agulha ou cateter esteja corretamente colocado na veia, antes que qualquer quantidade de vimblastina seja injetada.

A ocorrência de extravasamento nos tecidos adjacentes durante a administração intravenosa poderá causar grande irritação, devendo ser evitada. Em caso de extravasamento, a administração deve ser imediatamente interrompida e a quantidade remanescente introduzida em outra veia.

A injeção intravenosa deve durar cerca de um minuto. A administração prolongada (30 a 60 minutos) aumenta a frequência de irritações na veia e o risco de extravasamento.

O medicamento não deve ser injetado nas extremidades com circulação comprometida ou potencialmente comprometida por neoplasma, flebites ou varicosite devido à possibilidade de ocorrência de trombose.

Todo o procedimento de manuseio e dispensação devem ser realizados por pessoal altamente treinado.

Qualquer manipulação deve ser realizada em capela de fluxo laminar, mediante material de proteção adequado como luvas, máscaras e vestimenta apropriada.

Evitar contato acidental da preparação citotóxica com os olhos, pele ou mucosa. Em caso de contato com pele e mucosas, deve-se lavar imediatamente a pele com água e sabão ou enxaguar a mucosa com água em abundância.

Qualquer preparação citotóxica não deve ser manipulada por funcionárias que possam estar grávidas.

Todos os dispositivos utilizados na reconstituição (seringas, agulhas, etc.) devem ser descartados de maneira adequada e cuidadosa.

Em caso de derramamento acidental, o acesso ao local deve ser restrito. O líquido derramado deve ser absorvido mediante toalhas absorventes próprias e a área contaminada limpa com uma solução de hipoclorito de sódio 10%. O local deve ser lavado com bastante água.

O material utilizado deve ser descartado em contêineres e/ou sacos plásticos duplos, próprios para o descarte. O rótulo deve conter os seguintes dizeres: "Lixo tóxico para incineração". A incineração deve ser a 1100°C.

Preparação para administração intravenosa

Sulfato de Vimblastina (substância ativa) pode ser diluída em solução fisiológica 0,9% ou soro glicosado 5%. Entretanto, não é recomendada a diluição em grandes volumes de diluente (100 a 250 mL) e não deve ser realizada infusão prolongada (mais que 30 a 60 minutos) tendo em vista o risco aumentado de extravasamento.

Reações Adversas do Sulfato de Vimblastina

Antes da administração de vimblastina, o paciente deve ser alertado da possibilidade de sintomas indesejáveis.

No geral, a incidência de reações adversas relativas ao uso de vimblastina é dose dependente.

Com exceção de alopecia, leucopenia e manifestações neurológicas, as reações adversas não persistem, geralmente, por mais de 24 horas.

Os efeitos neurológicos não são comuns, mas quando ocorrem, tem frequência de mais de 24 horas. A reação adversa mais comum é leucopenia, normalmente dose dependente.

Hematológicas

A leucopenia é uma reação adversa clinicamente esperada, sendo o número de leucócitos um fator importante para a terapia com este fármaco (dose limitante). Este quadro clínico não é permanente e os leucócitos retornam aos níveis normais após o período de indução da leucopenia pelo fármaco.

O período de maior supressão dos leucócitos pode ocorrer cinco a dez dias após o último dia de administração do fármaco. A recuperação completa dos leucócitos ocorre entre 7-21 dias. Na terapia de manutenção com utilização de pequenas doses de vimblastina, a leucopenia pode não ser detectada.

Apesar da contagem de plaquetas não se alterar significativamente, pacientes previamente tratados com radiação ou com outros medicamentos oncológicos podem apresentar trombocitopenia.

Quando não há tratamento prévio com quimioterapia ou radiação, raramente ocorre trombocitopenia, mesmo no caso de significante leucopenia decorrente da vimblastina. Geralmente, o quadro de trombocitopenia é revertido em poucos dias. O efeito da vimblastina sobre as hemácias e hemoglobina, geralmente não é significativo quando não há tratamento conjunto com outros fármacos e terapias, no entanto, os pacientes com doenças malignas podem apresentar anemia mesmo na ausência de qualquer terapia.

Dermatológicas

A ocorrência de alopecia é comum. Quando ocorre, geralmente não é total e, em alguns casos, os cabelos nascem novamente durante a terapia de manutenção. Também podem ocorrer fotossensibilidade, necrose epidérmica e erupções cutâneas.

Gastrintestinais

Constipação, anorexia, náusea, vômito, dor abdominal, íleo paralítico, ulceração da boca, faringite, diarreia, enterocolite hemorrágica, sangramento de úlcera péptica já existente e sangramento retal. Náuseas e vômitos, geralmente podem ser controlados facilmente com agentes antieméticos.

Neurológicas

Parestesia, perda dos reflexos tendinosos profundos, neurite periférica, depressãomental, dor de cabeça e convulsões. O tratamento com alcaloides da vinca pode resultar raramente em dano vestibular e auditivo do oitavo nervo cranial. Manifestações incluem surdez parcial ou total, que podem ser temporárias ou permanentes, e dificuldades de equilíbrio incluindo desmaios, nistagmo e vertigem.

Cuidado particular deve ser tomado quando da terapia combinada de vimblastina com outros agentes conhecidamente ototóxicos, como os compostos com platina.

Cardiovasculares

Hipertensão. Efeitos cardíacos como infarto do miocárdio, angina pectoris e anormalidades transitórias do ECG relacionadas à isquemia coronária, foram reportados raramente. Casos inesperados de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebralforam relatados em pacientes sob tratamento poliquimioterápico com vimblastina, bleomicina e cisplatina. Síndrome de Raynaud também foi relatada com essa combinação. Foram registrados casos de neuropatia autônoma cardiovascular com variações anormais da frequência cardíaca e pressão arterial com a utilização da vimblastina.

Pulmonares

Dano pulmonar difuso, caracterizado por infiltração intersticial e efusão pleural, resultando em dificuldade respiratória, broncoespasmos e tosse, foram descritos após o tratamento com vimblastina em associação com a mitomicina.

A reação adversa pode ocorrer minutos ou várias horas após administração da vimblastina ou até duas semanas após a dose da mitomicina. Nos casos de dispneia progressiva é necessário o tratamento crônico e a vimblastina não deve ser readministrada. Fibrose intersticial, hiperplasia alveolar e septal e edema intra-alveolar foram observados em exames histológicos.

Renal/genitourinária

Retenção urinária relacionada à neuropatia autonômica. Aspermia, oligospermia, reversíveis com duração típica de 6-24 meses.

Reação no local da injeção

O extravasamento durante a injeção intravenosa pode levar à celulite e flebite, e se a quantidade extravasada for grande, poderá ocorrer necrose local. Para aliviar a irritação do tecido afetado pelo extravasamento pode ser administrada localmente injeção de hialuronidase e aquecimento moderado na região afetada, a fim de auxiliar a dispersão do fármaco e minimização do desconforto.

Outras reações

Dores musculares, nos ossos, na mandíbula, e no local do tumor; mal-estar, fraqueza, tonturas, vesiculação da pele, hipertensão e síndrome de Raynaud foram relatados durante a terapia com vimblastina combinada à bleomicina e cisplatina no tratamento do câncer do testículo. Síndrome de secreção inapropriada do hormônio antidiurético foi relatada com doses de vimblastina maiores que as recomendadas.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

 

 



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SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO OU DE SEU MÉDICO. LEIA A BULA.



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