alkeran


RESULTADOS: 5

  •     AGILLE MEDICAMENTOS
  •      ALKERAN
  •      Apresentação: 2 MG COM REV CT FR VD AMB X 25
  •      Princípio Ativo: MELFALANA...
  •      Fabricante: GLAXOSMITHKLINE BRASIL LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896269901027
     
    PMC: 57.4
  •      R$ 52.50
     
  •     FARMA DELIVERY
  •      ALKERAN
  •      Apresentação: 2 MG COM REV CT FR VD AMB X 25
  •      Princípio Ativo: MELFALANA...
  •      Fabricante: GLAXOSMITHKLINE BRASIL LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896269901027
     
    PMC: 57.4
  •      R$ 55.15
     
  •     LIFE MEDICAMENTOS
  •      ALKERAN
  •      Apresentação: 2 MG COM REV CT FR VD AMB X 25
  •      Princípio Ativo: MELFALANA...
  •      Fabricante: GLAXOSMITHKLINE BRASIL LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896269901027
     
    PMC: 57.4
  •      R$ 57.30
     
  •     4BIO MEDICAMENTOS ESPECIAIS
  •      ALKERAN
  •      Apresentação: 2 MG COM REV CT FR VD AMB X 25
  •      Princípio Ativo: MELFALANA...
  •      Fabricante: GLAXOSMITHKLINE BRASIL LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896269901027
     
    PMC: 57.4
  •      R$ 58.00
     
  •     ONCOEXPRESS
  •      ALKERAN
  •      Apresentação: 2 MG COM REV CT FR VD AMB X 25
  •      Princípio Ativo: MELFALANA...
  •      Fabricante: GLAXOSMITHKLINE BRASIL LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7896269901027
     
    PMC: 57.4
  •      R$ 58.18
     



 INFORMAÇÕES DO MEDICAMENTO


MELFALANA


Para que serve o Melfalana

Melfalana comprimidos é indicado para o tratamento de mieloma múltiplo e adenocarcinoma ovariano avançado.

Melfalana (substância ativa) comprimidos também pode ser usado no tratamento de:

Câncer de Mama:

Melfalana, tanto em monoterapia quanto em combinação com outras drogas, tem um efeito terapêutico significativo em pacientes que sofrem de câncer de mama avançado.

Policitemia Vera:

Melfalana é efetivo no tratamento de alguns pacientes com Policitemia Vera.

Contraindicação do Melfalana

O uso de Melfalana (substância ativa)  é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula. Melfalana (substância ativa) não deve ser utilizado por pacientes nos quais o câncer se mostrou resistente a melfalana.

Categoria D de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Melfalana

O tratamento com melfalana comprimidos deve seguir as diretrizes para o uso de drogas citotóxicas, de acordo com as recomendações regulatórias locais vigentes.

Desde que o revestimento do comprimido esteja intacto, não há riscos na manipulação de melfalana.

Os comprimidos revestidos de não devem ser partidos ou mastigados.

A dose recomendada de melfalana depende de vários fatores, incluindo a indicação para o uso, a gravidade da doença, condições co- mórbidas do paciente, o estado hematológico do paciente e da via de administração. Portanto, como cada caso requer uma decisão clínica baseada em diversos fatores, recomendações de dose máxima diária não podem ser fornecidas.

Posologia

 Melfalana é uma droga citotóxica, que faz parte da classe geral de agentes alquilantes e, desta forma, somente deve ser prescrito por profissionais experientes no tratamento de distúrbios malignos com estes agentes.

Como melfalana  é mielossupressor, é fundamental a realização de contagens de células sanguíneas durante o tratamento ajustando ou postergando as doses, se necessário.

A absorção de melfalana após a administração oral é variável. Pode ser necessário um aumento cuidadoso da dose, até que se note a mielossupressão, para que se assegure que os níveis potencialmente terapêuticos tenham sido alcançados.

Mieloma múltiplo

Um esquema de dose oral típico é de 0,15 mg/kg de peso corporal/dia, em doses divididas por quatro dias, repetidos em intervalos de 6 semanas. Numerosos esquemas têm sido usados, entretanto, a literatura científica deve ser consultada para verificação de detalhes.

A administração de melfalana comprimidos, concomitantemente com prednisona, pode ser mais eficaz do que o uso de melfalana isoladamente. A combinação é normalmente usada em regime de dose intermitente.

O prolongamento do tratamento por mais de um ano, em pacientes que respondem a ele, não parece melhorar os resultados.

Adenocarcinoma ovariano avançado

Um regime oral típico é 0,2 mg/kg de peso corporal/dia, por 5 dias. Este regime é repetido a cada 4 a 8 semanas, ou assim que a contagem sanguínea periférica for recuperada.

Câncer de mama

Melfalana tem sido administrado por via oral com uma dose de 0,15 mg/kg de peso corporal ou 6 mg/ m2 de área de superfície corporal/dia por 5 dias e repetido a cada 6 semanas. A dose deve ser reduzida se for observada toxicidade na medula óssea.

Policitemia Vera

Para indução da remissão, doses orais de 6 mg a 10 mg diários por 5 a 7 dias têm sido usadas, depois 2 mg a 4 mg diariamente até que se atinja um controle satisfatório da doença.
Para manutenção da terapia são administrados 2 mg a 6 mg por semana.

Pode ocorrer uma mielossupressão grave se melfalana for administrado continuamente. Por isso, é essencial uma contagem sanguínea durante a terapia, com ajustes de dose ou interrupção do tratamento, conforme adequado, visando manter um cuidadoso controle hematológico.

Populações especiais

Uso em crianças

Utilizando-se o regime de dose convencional, melfalana  é raramente indicado para crianças e a literatura não estabelece um regime de doses absoluto.

Uso em pacientes idosos

Embora melfalana  seja frequentemente utilizado nas doses convencionais em idosos, não há informação específica disponível sobre este uso neste grupo de pacientes.

Uso em pacientes com insuficiência renal

clearance do melfalana, embora variável, é reduzido em pacientes com insuficiência renal.

Os dados farmacocinéticos disponíveis não justificam uma recomendação absoluta sobre a redução das doses de melfalana  comprimidos para esse grupo de pacientes. Entretanto, seria prudente utilizar, inicialmente, uma dose reduzida, até que se obtenha tolerabilidade adequada.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Melfalana (substância ativa) é um agente citotóxico para uso somente sob a supervisão de médicos experientes na administração destes agentes.

Reações Adversas do Melfalana

Não existem relatos clínicos recentes, que possam ser usados como suporte para determinar a frequência das reações adversas. Os efeitos adversos podem variar sua incidência de acordo com a indicação e com a dose recebida e também com os outros agentes usados em combinação.

A convenção abaixo tem sido utilizada para a classificação da frequência das reações adversas.

  • Muito comum >1/10 (>10%),
  • Comum ≥1/100 e < 1/10 (>1% e <10%),
  • Incomum >1/1000 e 0,1% e <1%),
  • Rara >1/10000 e 0,01% e <0,1%) ;
  • Muito rara <1/10000 (<0,01%).

Reações muito comuns (>1/10):

 Supressão da medula óssea causando leucopenia, trombocitopenia e anemia; náusea, vômito, diarreiaestomatite (em altas doses);alopécia (em altas doses).

Efeitos gastrintestinais como náusea e vômito foram reportados em mais de 30% dos pacientes em tratamento com doses convencionais de melfalana.

Reações comuns (>1/100 e <1/10):

Significativa elevação temporária da ureia sanguínea tem sido observada em estágios iniciais no tratamento com melfalana em pacientes com mieloma e com danos renais; alopécia (em doses convencionais).

Reações raras (>1/10.000 e <1.000):

 Anemia hemolítica, reações alérgicas à melfalana como urticária, edema, rash cutâneo e choque anafilático foram incomumente reportadas após as doses iniciais, particularmente após a administração intravenosa. Parada cardíaca também foi raramente reportada em associação com estes eventos; pneumonite intersticial e fibrose pulmonar (incluindo relatos fatais); estomatite (com doses convencionais); desordens hepatobiliares que variam desde testes alterados da função hepática até manifestações clínicas como hepatite e icterícia; Rash maculopapular, prurido.


Em casos de eventos adversos, notifique o sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Estadual ou Municipal.

Interação Medicamentosa do Melfalana

A imunização com vacinas contendo microorganismos vivos não é recomendada em pacientes imunodeficientes.

O ácido nalidíxico, juntamente com altas doses intravenosas de melfalana, causou enterocolite hemorrágica, o que levou crianças à morte. Descreveu-se comprometimento da função renal em pacientes submetidos a transplante de medula óssea, os quais foram pré- condicionados com altas doses intravenosas de melfalana e que, subsequentemente, receberam ciclosporina para impedir a síndrome enxerto versus hospedeiro.

A ingestão simultânea de melfalana com alimentos reduz a biodisponibilidade da melfalana administrada por via oral em 35 a 55%. Melfalana (substância ativa) comprimidos deve ser administrada antes das refeições.

Embora as interações específicas entre melfalana e produtos fitoterápicos, álcool, nicotina, as doenças e os exames não tenham sido estabelecidas, os médicos devem ainda avaliar a necessidade e os benefícios da droga contra o risco de eventos adversos para cada caso.

No caso de presença de doenças pré-existentes, o uso de agentes quimioterápicos pode agravar o estado do paciente ou causar efeitos colaterais que podem prejudicar a capacidade do paciente para executar tarefas especializadas.

Em geral, é essencial uma contagem frequente do sangue durante o tratamento com agentes quimioterápicos, como melfalana  e a dosagem deve ser ajustada de acordo com a resposta hematológica. A terapêutica deve ser interrompida se a contagem de plaquetas ou leucócitos caírem abaixo dos níveis aceitáveis (como a supressão da medula óssea ou leucopenia).

Melfalana deve ser administrado com grande cautela se a contagem de neutrófilos foi recentemente deprimida por quimioterapia ou radioterapia.

Há interação medicamentosa da melfalana com ciclosporina e interações farmacocinéticas desta com alimentos e interferons.

Precauções do Melfalana

Melfalana (substância ativa) é um agente citotóxico para uso somente sob a supervisão de médicos experientes na administração destes agentes.

A imunização com vacinas contendo microorganismos vivos têm o potencial de causar infecções em pacientes imunodeficientes. Desta forma, não é recomendada a imunização com vacinas elaboradas com microorganismos vivos.

Monitoramento

Como Melfalana (substância ativa) é um potente agente mielossupressor, é essencial que seja dada atenção cuidadosa às contagens de células sanguíneas, a fim de evitar a possibilidade de excessiva mielossupressão e o risco de aplasia medular irreversível.

As contagens sanguíneas podem continuar a cair após a suspensão do tratamento. Desta forma, ao primeiro sinal de uma queda brusca nas contagens de leucócitos ou plaquetas, o tratamento deve ser temporariamente interrompido.

Melfalana (substância ativa) deve ser usado com cautela em pacientes recentemente submetidos à radioterapia ou quimioterapia, tendo-se em vista o aumento de toxicidade na medula óssea.

Populações especiais

Insuficiência renal

O clearance do melfalana pode se mostrar reduzido em pacientes com insuficiência renal, os quais também podem apresentar mielossupressão, devido à uremia. Desta forma, pode ser necessária uma redução da dose e realizar o monitoramento destes pacientes.

Pacientes idosos

Nenhuma correlação foi demonstrada entre a idade e o clearance de melfalana ou com a meia-vida de eliminação terminal.

Mutagenicidade

Foram observadas abrrações cromossômicas em pacientes sob tratamento com a droga.

Carcinogenicidade

Houve relato de que melfalana, como com os outros agentes alquilantes, pode ser leucemogênico.
Há relatos de ocorrência de leucemia aguda após uso de melfalana em doenças como amilóide, melanoma maligno, mieloma múltiplo, macroglobulinemia, câncer ovariano e síndrome de crioaglutinina.

Uma comparação de pacientes com câncer ovariano que receberam agentes alquilantes com os que não receberam demonstrou que o uso desses agentes, inclusive a melfalana, aumentou significativamente a incidência de leucemia aguda.

O risco leucemogênico deve ser considerado em relação ao benefício terapêutico potencial ao se instituir o uso de melfalana.

Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento.

Efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Não existem dados disponíveis sobre o efeito da melfalana nestas atividades.

Gravidez e lactação

O potencial teratogênico de melfalana não foi estudado. Tendo-se em vista suas propriedades mutagênicas e sua similaridade estrutural a conhecidos compostos teratogênicos, é possível que a melfalana cause distúrbios congênitos em filhos de pacientes com ele tratados.

Melfalana  causa supressão da função ovariana em mulheres na pré-menopausa, o que resulta em amenorréiaem um número significativo de pacientes nessa fase.

Há evidências, oriundas de estudos em animais, de que o melfalana possa levar a algum efeito adverso na espermatogênese. É também possível que melfalana, venha causar esterilidade masculina transitória ou permanente.

Assim como ocorre com todo tipo de quimioterapia citotóxica, é preciso tomar precauções contraceptivas adequadas, quando um dos parceiros estiver em tratamento com melfalana.

O uso de melfalana deve ser evitado, sempre que possível, durante a gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre. Em cada caso, deve ser considerado o risco potencial ao feto, em comparação ao benefício esperado para a mãe.

As mães em tratamento com melfalana não devem amamentar seus filhos.

Categoria D de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Ação do Melfalana

Resultados de eficácia

Para o tratamento de mieloma múltiplo, doses combinadas de melfalana, prednisona e talidomida demostraram uma melhor resposta no tratamento e no tempo de sobrevida livre de progressão da doença, em pacientes idosos, quando comparado com o tratamento padrão com melfalana e predinisona.Após acompanhamento médio de 38.1 meses, a média da sobrevida livre de progressão foi de 21.8 meses para aqueles submetidos ao tratamento com melfalana, prednisona e talidomida e 14.5 meses para aqueles submetidos ao tratamento padrão. No estudo foram incluídos 331 pacientes.

Um total de 205 mulheres com câncer de ovário com estágio II ou IV que tiveram a doença persistente após o tratamento inicial foram tratadas com melfalana (8 mg/m2 por via oral, durante 4 dias) ou a combinação de melfalana (6 mg/m2 durante 4 dias) e hexametilmelamina (120 mg/m2 por 14 dias) a cada 4 semanas. Não houve diferença na sobrevida global entre os dois tratamentos, mas o grupo de pacientes cuja doença progrediu à quimioterapia inicial apresentou maior sobrevida quando tratadas com a combinação de duas drogas. 

Foram estudados 27 pacientes com Policitemia Vera e reações hematológicas adversas, cuja doença requer supressão da função da Medula Óssea, foram tratados com melfalana entre 20 e 72 meses, apresentando resultados de bons a excelentes, no terceiro mês, em 24 dos 27 pacientes. Ao final de um ano, 14 dos 27 pacientes não apresentavam evidências da doença, com esses resultados sendo suficientemente bons para estabelecer melfalana como um dos mais efetivos tratamentos no controle da policitemia vera (Gerald L et al 1970) [3]

Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas

A melfalana é um agente alquilante bifuncional. A formação de intermediários de carbono de cada um dos dois grupos bis-2-clorostil propicia a alquilação através de ligação covalente com o 7-nitrogênio de guanina no DNA, ligando, de modo cruzado, duas cadeias de DNA e, deste modo, impedindo a replicação celular.

Propriedades farmacocinéticas

Absorção

A absorção oral da melfalana é altamente variável, no que diz respeito ao tempo da primeira detecção da droga no plasma e ao pico de concentração plasmática.

Em estudos que avaliaram a biodisponibilidade absoluta da melfalana o resultado médio encontrado foi entre 56-85%.

Administração intravenosa pode ser usada para evitar a variabilidade na absorção associada ao tratamento mieloablativo.

Em um estudo com 18 pacientes que receberam 0,2 a 0,25 mg/kg de melfalana, por via oral, a concentração plasmática máxima (faixa de 87 a 350 ng/ml) foi alcançada dentro de 0,5 a 2,0 horas.

A administração de melfalana, imediatamente após a ingestão de alimentos, prolongou o tempo necessário para se atingir o pico de concentração plasmática e reduziu a área sob a curva de concentração plasmática x tempo em 39-45%.

Distribuição

A melfalana liga-se moderadamente às proteínas plasmáticas, com percentual de ligação variando entre 69%-78%. Há evidências de que a ligação à proteínas plasmáticas é linear na taxa de concentração plasmática usualmente encontrada na terapia de dose padrão, mas a ligação pode se tornar dose dependente nas concentrações observadas em tratamento com altas doses.

A albumina sérica é a proteína de maior ligação, ocorrendo em cerca de 55% a 60% das ligações e 20% das ligações a α1-glicoproteína ácida. Além disso, os estudos de ligação da melfalana revelaram a existência de um componente irreversível atribuível a reação de alquilação com proteínas plasmáticas.

A melfalana apresenta limitada penetração na barreira hematoencefálica. Diversos investigadores coletaram amostras do fluido cérebro- espinhal e não detectaram a droga. Concentrações baixas ( ~10% da plasmática) foram observadas em um estudo de doses únicas e elevadas em crianças.

Metabolismo

Dados in vivo e in vitro sugerem que a taxa de degradação espontânea ao invés do metabolismo enzimático é o maior determinante do tempo de meia-vida da droga no homem.

Eliminação

Em 13 pacientes que receberam melfalana via oral de 0,6mg/kg de peso corporal, a média da meia-vida plasmática de eliminação terminal foi de 90 ±57 minutos, com 11% da droga recuperada na urina após 24 horas.

Em 18 pacientes que receberam melfalana via oral, 0,2 – 0,25mg/kg de peso corporal, a meia-vida de eliminação média foi de 1,12 ±0,15 h.

Interação Alimentícia do Melfalana

Alimentos reduzem a absorção do melfalana. O comprimido deve ser ingerido em jejum.



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