acido tranexamico


RESULTADOS: 11

  •     FARMA DELIVERY
  •      TREXACONT
  •      Apresentação: 250 MG COM CT BL AL PLAS OPC X 12
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Similar
  •      EAN:  7896004739083
     
    PMC: 38.37
  •      R$ 18.97
     
  •     DROGARIA PRIMUS
  •      ÁCIDO TRANEXÂMICO
  •      Apresentação: 250 MG COM CT BL AL PLAS OPC X 12
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: EMS S/A
  •      Categoria: Genérico
  •      EAN:  7896004723020
     
    PMC: 38.37
  •      R$ 22.82
     
  •     AGILLE MEDICAMENTOS
  •      ÁCIDO TRANEXÂMICO
  •      Apresentação: 250 MG COM CT BL AL PLAS OPC X 12
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: EMS S/A
  •      Categoria: Genérico
  •      EAN:  7896004723020
     
    PMC: 38.37
  •      R$ 24.84
     
  •     AGILLE MEDICAMENTOS
  •      ÁCIDO TRANEXÂMICO
  •      Apresentação: 250 MG COM CT BL AL PLAS OPC X 12
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Genérico
  •      EAN:  7894916144971
     
    PMC: 38.37
  •      R$ 25.17
     
  •     FARMA DELIVERY
  •      ÁCIDO TRANEXÂMICO
  •      Apresentação: 250 MG COM CT BL AL PLAS OPC X 12
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: EMS S/A
  •      Categoria: Genérico
  •      EAN:  7896004723020
     
    PMC: 38.37
  •      R$ 29.68
     
  •     FARMA DELIVERY
  •      ÁCIDO TRANEXÂMICO
  •      Apresentação: 250 MG COM CT BL AL PLAS OPC X 12
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Genérico
  •      EAN:  7894916144971
     
    PMC: 38.37
  •      R$ 32.82
     
  •     AGILLE MEDICAMENTOS
  •      TRANSAMIN
  •      Apresentação: 5 PCC SOL INJ CT 5 AMP X 5 ML
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7897460400364
     
    PMC: 48.82
  •      R$ 34.64
     
  •     AGILLE MEDICAMENTOS
  •      TRANSAMIN
  •      Apresentação: 250 MG COM CT STR X 12
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7897460400357
     
    PMC: 59.03
  •      R$ 38.21
     
  •     FARMA DELIVERY
  •      TRANSAMIN
  •      Apresentação: 5 PCC SOL INJ CT 5 AMP X 5 ML
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7897460400364
     
    PMC: 48.82
  •      R$ 41.03
     
  •     DROGARIA PRIMUS
  •      TRANSAMIN
  •      Apresentação: 250 MG COM CT STR X 12
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7897460400357
     
    PMC: 59.03
  •      R$ 50.36
     
  •     FARMA DELIVERY
  •      TRANSAMIN
  •      Apresentação: 250 MG COM CT STR X 12
  •      Princípio Ativo: ÁCIDO TRANEXÂMICO...
  •      Fabricante: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA
  •      Categoria: Referência
  •      EAN:  7897460400357
     
    PMC: 59.03
  •      R$ 61.08
     



 INFORMAÇÕES DO MEDICAMENTO


ÁCIDO TRANEXÂMICO


Para que serve o Ácido tranexâmico

Ácido tranexâmico é destinado ao controle e profilaxia de hemorragias provocadas por hiperfibrinólise e ligadas a várias áreas, como cirurgias cardíacas, ortopédicas, ginecológicas, obstétricas, otorrinolaringológicas, odontológicas, urológicas e neurológicas; em pacientes hemofílicos e nas hemorragias digestivas e das vias aéreas.

Contraindicação do Ácido tranexâmico

Ácido tranexâmico é contraindicado em portadores de coagulação intravascular ativa, vasculopatia oclusiva aguda e em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Interação Medicamentosa do Ácido tranexâmico

Foram observadas turvação e precipitação de soluções de ácido tranexâmico, quando associadas a alguns medicamentos.

Como não há relatos sobre a interação com todos aqueles utilizados na prática médica, recomenda-se, então, não associar nenhum outro medicamento a ácido tranexâmico injetável, nem administrá-lo no mesmo equipo em que já esteja sendo administrado outro medicamento.

O ácido tranexâmico pode ser utilizado durante a heparinoterapia.

Não foram observadas alterações nos resultados de exames laboratoriais com a utilização do ácido tranexâmico.

Precauções do Ácido tranexâmico

Específicas ao produto:

Ácido tranexâmico injetável deve ser administrado estritamente pela via intravenosa. A administração intravenosa deverá ser a mais lenta possível devendo sempre ser respeitada a velocidade máxima de infusão de 50 mg/min.

Ácido tranexâmico injetável pode ser administrado em infusão venosa ou, dependendo da gravidade, injetado diretamente na veia, sem qualquer diluição, na velocidade máxima de infusão de 50 mg/min. Entretanto, para todos os casos, recomenda-se que a administração seja feita isoladamente. Não associar nenhum outro medicamento a ácido tranexâmico injetável, nem administrá-lo no mesmo equipo em que já esteja sendo administrado outro medicamento. Para o preparo de soluções para infusão venosa, ácido tranexâmico injetável deve ser diluído em soro fisiológico isotônico, glicose isotônica, frutose a 20%, Dextran 40, Dextran 70 ou solução de Ringer. O volume para diluição dependerá da necessidade de reposição/restrição hídrica do paciente, sendo, então, a critério médico. Entretanto, deverá sempre ser respeitada a velocidade máxima de infusão de 50 mg/min. O ácido tranexâmico é uma molécula estável e, quando mantidas as condições de esterilidade, a solução preparada poderá ser utilizada pelo tempo necessário à infusão.

Gerais:

Pacientes com histórico de tromboembolismo, ou com fatores predisponentes para tal, devem ser cuidadosamente acompanhados. Não se recomenda a utilização deste medicamento em hemorragias secundárias à coagulação intravascular disseminada, a menos que, confirmadamente, sejam por distúrbios do sistema fibrinolítico. Nestes casos e sob estrita supervisão, pode ser necessário o uso concomitante de anticoagulantes. O ácido tranexâmico inibe a lise de coágulos, inclusive daqueles intravasculares. Portanto, pacientes apresentando hematúria devem ser cuidadosamente acompanhados, devido ao risco de obstrução renal e das vias urinárias pelos coágulos. Pacientes que necessitem utilizar o ácido tranexâmico por longos períodos devem ser periodicamente avaliados e em caso de dificuldade para identificação das cores, o medicamento deve ser descontinuado.

Insuficiência Renal:

A excreção do ácido tranexâmico é renal. Portanto, na insuficiência renal, as doses devem ser ajustadas e o tratamento deve ser sob estrita supervisão.

Idosos:

Não há advertências ou recomendações especiais, sobre a utilização deste medicamento em idosos.

Gestantes:

Estudos experimentais não demonstraram efeitos teratogênicos, mutagênicos ou sobre a fertilidade, com a utilização do ácido tranexâmico. Entretanto, o ácido tranexâmico atravessa a barreira placentária e a experiência clínica com sua utilização em gestantes é limitada. Portanto, este medicamento deve ser utilizado na gestação com cautela e sob estrita supervisão. Não se recomenda sua utilização no primeiro trimestre da gestação.

Categoria de risco na gravidez: B.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Lactantes:

Apenas 1% da concentração plasmática do ácido tranexâmico é excretada no leite materno e, em doses terapêuticas, são improváveis efeitos sobre o lactente. Mesmo assim, durante a lactação, este medicamento deve ser utilizado sob orientação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Ação do Ácido tranexâmico

Resultados de eficácia

Hemorragia digestiva:

Metanálise de estudos com o ácido tranexâmico em pacientes com hemorragia digestiva alta demonstrou que ele está associado, quando comparado a placebo, a reduções de 20 a 30% da taxa de recidiva do sangramento; 30 a 40% da necessidade de cirurgias e 40% da taxa de mortalidade.

Cirurgia ortopédica:

Em estudo controlado com placebo, pacientes submetidos à artroplastia total do joelho receberam ácido tranexâmico, na dose de 15 mg/kg, por infusão intravenosa, antes da retirada do torniquete e, posteriormente, 10 mg/kg, pela via intravenosa, 3-4 h e 6-7 h após o término da cirurgia. Foi observada uma redução de 65,9% do sangramento pós-operatório, em relação ao observado com placebo.

Ginecologia/obstetrícia:

Setenta e três pacientes apresentando descolamento prematuro da placenta foram tratadas com ácido tranexâmico antes da cesariana. Destas, 67 receberam 1 g, pela via intravenosa, imediatamente antes do parto e 6, em fases mais precoces da gestação e com sintomas menos intensos, receberam tratamento oral, com 4 g/dia, até o parto. A taxa de mortalidade perinatal foi de 8% e não foi observado nenhum caso de fibrinólise severa, trombose ou óbito materno.

Urologia:

Em estudo placebo-controlado, com 63 pacientes submetidos à prostatectomia, a administração intravenosa de 2 g/dia de ácido tranexâmico reduziu o sangramento pós-operatório em 45%, quando comparado ao placebo.

Transplante hepático:

Estudo duplo-cego randomizado foi realizado com 45 pacientes submetidos a transplante hepático primário e ao uso de dipiridamol e heparina nas primeiras 24 h do pós-operatório. A infusão venosa de 40 mg/kg/h de ácido tranexâmico, até a dose máxima 20 g, durante a cirurgia reduziu significativamente a perda sanguínea pós-operatória média e a média de unidades de hemoderivados transfundidas, em relação ao placebo: 800 mL vs 1200 mL e 20,5 vs 43,5, respectivamente.

Cirurgia cardíaca:

Duzentos e dez pacientes submetidos à cirurgia cardíaca com circulação extra-corpórea foram randomizados, em estudo duplo-cego, para receberem infusão de 10 g de ácido tranexâmico, por 20 minutos, após a indução anestésica, ou placebo. A perda sanguínea pós-operatória média foi de 474 ± 24 mL, no grupo tratado (n=104), e 906 ± 51 mL, no grupo placebo (n=106).

Características farmacológicas

Farmacodinâmica

O efeito antifibrinolítico do ácido tranexâmico é devido à formação, reversível, do complexo ácido tranexâmico - plasminogênio. Embora os demais sítios de ligação da lisina, no plasminogênio, tenham baixa afinidade [constante de dissociação (Kd) = 750 μmol/L], pelo menos um apresenta alta afinidade com o ácido tranexâmico [Kd = 1,1 μmol/L]. Assim, devido à sua ligação preferencial, o ácido tranexâmico ocupará os sítios de ligação da lisina, antes que ocorra a interação do plasminogênio e da cadeia pesada de plasmina com os monômeros de fibrina. Este processo retarda a fibrinólise, já que, embora a plasmina esteja presente, encontra-se bloqueada pelo ácido tranexâmico e incapaz de promover a lise da fibrina, preservando o coágulo.

Pelo exposto, observa-se que o ácido tranexâmico atua em etapa posterior àquelas envolvidas na cascata de coagulação, não interferindo na mesma ou nos demais parâmetros da coagulação, tais como contagem de plaquetas, tempo de protrombina e tempo parcial de tromboplastina.

Farmacocinética

Nas concentrações plasmáticas terapêuticas (5 a 10 mg/L), o ácido tranexâmico é amplamente distribuído no organismo e apenas 3% encontram-se ligados a proteínas, sendo em quase totalidade ao plasminogênio.

A principal via de excreção do ácido tranexâmico é renal. A eliminação, após administração intravenosa, é triexponencial e mais de 95% de cada dose são excretados in natura na urina: aproximadamente 30% da dose são excretados durante a primeira hora; a excreção total aumenta para 45%, após 3 horas, e, após 24 horas, aproximadamente 90% da dose encontram-se já excretados. A meia-vida de eliminação é de, aproximadamente, 80 minutos. O clearance plasmático é de, aproximadamente, 7 L/h.

O ácido tranexâmico atravessa a barreira hematoencefálica e foi localizado, também, no líquido e em membranas sinoviais.

O ácido tranexâmico atravessa a barreira placentária e foi observado em concentração significativa no sangue do cordão umbilical.

Entretanto, não há relatos da significância clínica deste achado sobre o feto. A excreção no leite é baixa, representando apenas 1% da concentração plasmática, e sem consequências para o lactente. Uma concentração de 200 mg/L foi obtida na saliva, 30 minutos após bochechos com uma solução a 5%, durante 2 minutos, embora, nestas condições, a concentração plasmática tenha sido de, apenas, 2 mg/L.



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