accuvit


RESULTADOS: 1

  •     AGILLE MEDICAMENTOS
  •      ACCUVIT
  •      Apresentação: COMP REV CT FR PLAS OPC X 30
  •      Princípio Ativo: ÓXIDO DE ZINCO;ÓXIDO DE MAGNÉSIO;SULFATO DE MANGANÊS MONOIDRA...
  •      Fabricante: ACHÉ LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS S.A
  •      Categoria: Outros
  •      EAN:  7896658000010
     
    PMC: 
  •      R$ 89.58
     



 INFORMAÇÕES DO MEDICAMENTO


ÓXIDO DE ZINCO;ÓXIDO DE MAGNÉSIO;SULFATO DE MANGANÊS MONOIDRATADO;SULFATO CÚPRICO;COLECALCIFEROL;CARBONATO DE CÁLCIO


Para que serve o Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato de Cálcio + Óxido de Magnésio + Sulfato de Manganês Monoidratado + Óxido de Zinco

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) (vacina pneumocócica 13-valente (conjugada)) é indicado para a prevenção de doença invasiva, pneumonia e otite média causadas pelo Streptococcus pneumoniae dos sorotipos 1, 3, 4, 5, 6A, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19A, 19F e 23F em lactentes e crianças.

Para adultos com 50 anos ou mais, Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) é indicado para a prevenção de doença pneumocócica (incluindo pneumonia e doença invasiva) causada pelo Streptococcus pneumoniae dos sorotipos 1, 3, 4, 5, 6A, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19A, 19F e 23F.

Contraindicação do Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato de Cálcio + Óxido de Magnésio + Sulfato de Manganês Monoidratado + Óxido de Zinco

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) está contraindicado para pacientes hipersensíveis a qualquer dos componentes da vacina, incluindo o toxoide diftérico.

Como usar o Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato de Cálcio + Óxido de Magnésio + Sulfato de Manganês Monoidratado + Óxido de Zinco

Somente para uso intramuscular.

A dose é 0,5 mL, administrada por via IM, com cuidado para evitar a aplicação em nervos e vasos sanguíneos ou suas proximidades. Os locais preferenciais são a face ântero-lateral da coxa em lactentes ou o músculo deltoide do braço das crianças mais velhas e adultos. A vacina não deve ser administrada na região glútea. Não administrar Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) por via intravenosa.

A vacina não deve ser administrada por via intradérmica, subcutânea ou intravenosa uma vez que a segurança e imunogenicidade dessas vias não foram avaliadas.

Medicamentos de uso parenteral devem ser inspecionados visualmente quanto a material particulado e alteração da cor antes da administração.

Não misturar com outras vacinas/produtos na mesma seringa.

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) é uma suspensão contendo um adjuvante. A vacina deve ser bem agitada para obter uma suspensão branca homogênea antes de expelir o ar da seringa, e deve ser inspecionada visualmente para presença de qualquer material particulado e/ou variação do aspecto físico antes da administração. Não utilizar se o conteúdo parecer diferente.

Os dados sobre a intercambialidade de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) com outras vacinas conjugadas pneumocócicas contendo um transportador proteico diferente de CRM197 não estão disponíveis.

No manuseio de seringas descartáveis é necessário manter os seguintes cuidados:

  • Guardar o material, ainda na embalagem original, conforme cuidados de conservação já estabelecidos na embalagem deste produto;
  • Lavar as mãos com água e sabão antes do manuseio;
  • Manusear o material em campo limpo;
  • Antes de abrir, verificar: se a embalagem está íntegra e dentro do prazo de validade; e se o material é apropriado ao procedimento, a fim de evitar desperdício;
  • Abrir cuidadosamente a embalagem, na direção do êmbolo para a agulha, evitando a contaminação;
  • Usar luvas descartáveis para manuseio e aplicação do material.

Esta seringa deve ser descartada no coletor de perfuro-cortantes, segundo recomendação das regulamentações vigentes, para evitar o risco de punção acidental do dedo ou da mão. Quando não existir o recipiente apropriado, adaptar latas vazias com tampas, caixas de papelão duplamente reforçadas.

Todo o material a ser descartado deverá ser encaminhado a uma instituição de saúde, de onde será coletado por empresas especializadas que se encarregam da coleta de resíduos biológicos e destruição por  incineração.

A seringa preenchida é para administração única e nunca deve ser reutilizada. Descarte a seringa conforme orientação do médico, enfermeira ou farmacêutico.

Lactentes e Crianças com 6 Semanas a 5 Anos de Idade

Recomenda-se que lactentes que receberem uma primeira dose de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) completem o curso de vacinação com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa).

Esquema de Vacinação:

Imunização Primária

Para lactentes até 6 meses de idade, a série de imunização recomendada de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) consiste em três doses de 0,5 mL cada, com aproximadamente 2 meses de intervalo, seguidas por uma quarta dose de 0,5 mL aos 12-15 meses de idade. A idade usual para a primeira dose corresponde a 2 meses de idade, mas esta pode ser administrada mais cedo com 6 semanas de idade. O intervalo de administração recomendado corresponde a 4 a 8 semanas. A quarta dose (dose de reforço) deve ser administrada aproximadamente aos 12-15 meses de idade, e no mínimo 2 meses após a terceira dose.


* A dose 1 pode ser administrada já com 6 semanas de idade.
† O intervalo de administração recomendado corresponde a 4 a 8 semanas.
‡ A quarta dose deve ser administrada aproximadamente aos 12-15 meses de idade, e no mínimo 2 meses após a terceira dose.

Para crianças acima da idade do esquema de rotina para lactentes até 6 meses de idade, o seguinte esquema de vacinação deve ser aplicado


* Intervalo mínimo entre doses é de 4 semanas.
** Intervalo mínimo entre doses é de 8 semanas.

Alternativamente, quando Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) é parte do programa de imunização de rotina em lactentes, ou seja, opta-se por um programa de imunização em massa, um esquema de 3 doses pode ser considerado. A primeira dose pode ser administrada a partir de 2 meses de idade, com a segunda dose 2 meses depois, e a terceira dose (dose de reforço) é recomendada entre 11 a 15 meses de idade, conforme tabela abaixo.


Esquema de vacinação com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) para lactentes e crianças previamente vacinadas com a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) (Streptococcus pneumoniae dos sorotipos 4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F e 23F):

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) contém os mesmos 7 sorotipos contidos na vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) e é fabricado com base na mesma tecnologia de conjugação usando a mesma proteína transportadora CRM197.

Crianças que tenham iniciado a imunização com a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) podem completar a imunização trocando para Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em qualquer ponto no esquema de vacinação. Nos estudos clínicos, os perfis de imunogenicidade e segurança foram comparáveis. Crianças de 15 meses a 5 anos de idade que foram consideradas completamente imunizadas, ou com algum esquema da vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) incompleto, podem receber uma dose de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) para obter resposta imune aos 6 sorotipos adicionais. Esta dose de resgate para os sorotipos adicionais (catch up / dose suplementar) de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) deve ser administrado com um intervalo de, pelo menos, 8 semanas após a dose final da vacina pneumocócica 7-valente (conjugada).

Para assegurar a proteção adequada contra todos os 13 sorotipos, crianças de 15 a 23 meses de idade que receberam somente uma única dose da vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) antes de 12 meses de idade, devem receber 2 doses de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) pelo menos com 2 meses de intervalo e separada da primeira dose pelo menos 2 meses.

Esquema de vacinação com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) para crianças de 12 meses a 5 anos de idade incompletamente vacinadas com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa):

Para crianças de 7 meses a 5 anos de idade que não tenham recebido nenhuma dose prévia de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), veja o esquema de vacinação para crianças > 7 meses de idade não vacinadas previamente.

Crianças consideradas incompletamente vacinadas com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), são crianças que tenham recebido 3 doses ou menos de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) antes de 12 meses de idade e nenhuma dose de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) após 12 meses de idade, ou crianças que não completaram o esquema de vacinação recomendado para crianças não vacinadas previamente [veja o esquema de vacinação para crianças > 7 meses de idade não vacinadas].

Para crianças de 12 meses a 5 anos de idade com algum esquema de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) incompleto, aplique o seguinte esquema para completar o esquema de imunização:

Esquema de vacinação para crianças de 12 meses a 5 anos de idade incompletamente vacinadas

Idade na dose
(meses)

História prévia de vacinação

Número total de doses de 0,5
mL

12 – 23 meses

1 dose < 12 meses

2*

  2 ou 3 doses < 12 meses

1**

24 – 71 meses

Algum esquema incompleto

1**

* Duas doses com pelo menos 2 meses de intervalo e separadas da primeira dose por pelo menos 2 meses.
**Separada da dose prévia por pelo menos 2 meses.

As respostas imunes induzidas por este esquema de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), pode resultar em concentrações mais baixas de anticorpos em comparação às concentrações de anticorpos de quatro doses seguidas de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) (dadas com 2, 4, 6 e 12 a 15 meses).

A imunidade protetora para os seis novos sorotipos de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) requer a administração apropriada para a idade, como descrito acima.

Adultos com 50 Anos de Idade ou Mais

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) deve ser administrado como uma dose única em adultos com 50 anos de idade ou mais, incluindo aqueles vacinados anteriormente com a vacina pneumocócica polissacarídica.

A necessidade de revacinação com a dose subsequente de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) não foi estabelecida. Para diretrizes específicas, favor referir-se a recomendações locais.

Reações Adversas do Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato de Cálcio + Óxido de Magnésio + Sulfato de Manganês Monoidratado + Óxido de Zinco

Lactentes e Crianças com 6 Semanas a 5 Anos de Idade

A segurança da vacina foi avaliada em 13 estudos clínicos controlados nos quais aproximadamente 15.000 doses foram administradas a 4.729 lactentes saudáveis na faixa etária de 6 semanas a 16 meses de idade. Em todos os estudos, Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi co-administrado com vacinas pediátricas de rotina.

Em um estudo de vacinação em crianças maiores de 6 meses, a segurança também foi avaliada em 354 crianças (de 7 meses a 5 anos de idade) que receberam pelo menos 1 dose de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa).

Adultos com 50 Anos de Idade ou Mais

A segurança foi avaliada em 6 estudos clínicos incluindo 6.198 adultos dentro da faixa de 50 a 95 anos de idade.

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi administrado a 5.667 adultos; 2.616 adultos tinham de 50 a 64 anos de idade e 3.051 adultos tinham 65 anos ou mais. Dos pacientes que receberam Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), 1.916 adultos foram previamente vacinados com a VPPS23 pelo menos 3 anos antes, e 3.751 adultos não foram vacinados com a VPPS23. As frequências mostradas abaixo são para adultos com 50 a 64 anos de idade e adultos com 65 anos ou mais.

Os indivíduos com mais de 65 anos relataram menos eventos que os adultos mais jovens, apesar do status de imunização anterior. Em geral, as categorias de frequência foram similares para ambos os grupos de idade.

A frequência esperada de reações adversas é apresentada nas categorias de frequência CIOMS:

  • Muito comum: ≥ 10%.
  • Comum: ≥ 1% e <10%.
  • Incomum: ≥ 0,1% e <1%.
  • Rara: ≥ 0,01% e <0,1%.
  • Muito rara: < 0,01%.

Reações Adversas Observadas Durante Estudos Clínicos

Lactentes e Crianças com 6 Semanas a 5 Anos de Idade

Estes dados são derivados de estudos clínicos nos quais Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi administrado simultaneamente com outras vacinas de rotina na infância.

Reação muito comum:

Diminuição do apetite, irritabilidade, sonolência / aumento do sono, sono inquieto / diminuição do sono, febre, qualquer eritema, endurecimento / tumefação ou dor / sensibilidade no local da vacinação, eritema ou endurecimento / tumefação no local da vacinação 2,5 cm – 7,0 cm (após dose em crianças entre 1 e 2 anos e crianças mais velhas [2 a 5 anos de idade]).

Reação comum:

Diarreia, vômitos, erupção cutânea, febre acima de 39°C, eritema ou endurecimento / tumefação no local da vacinação 2,5 cm – 7,0 cm (após série em lactentes), dor / sensibilidade no local da vacinação interferindo com o movimento.

Reação incomum:

Choro, convulsões (incluindo convulsões febris), urticária ou erupção cutânea semelhante à urticária, endurecimento / tumefação ou eritema no local da vacinação maior que 7,0 cm.

Reação rara:

Episódio hipotônico-hiporresponsivo, reação de hipersensibilidade incluindo edema facial, dispneia, broncoespasmo.

Adultos com 50 Anos de Idade ou Mais

Reação muito comum:

Diminuição do apetite, cefaleias, diarreia, erupção cutânea, dor generalizada nas articulações recente/agravada, dor muscular generalizada recente/agravada, calafrios, fadiga, eritema no local da vacinação, endurecimento / inchaço no local da vacinação, dor / sensibilidade no local da vacinação, limitação do movimento do braço.

Reação comum:

Vômitos, febre.

Reação incomum:

Náusea, reação de hipersensibilidade incluindo edema de face, dispneia e broncoespasmo, linfadenopatia localizada na região do local da vacinação.

Em geral, não foram notadas diferenças significativas nas frequências das reações adversas quando Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi administrado em adultos pré-vacinados com a VPPS23 ou adultos não vacinados com a VPPS23. As categorias de frequência para todas as reações adversas foram similares em adultos com 50 a 64 anos de idade e adultos com mais de 65 anos de idade.

Reações Adversas Solicitadas em Estudos com Adultos com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) e a VIT A segurança da administração concomitante de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) com a VIT foi avaliado em 2 estudos com adultos não vacinados com a VPPS23.

As frequências das reações locais em adultos com 50 a 59 anos de idade e em adultos com mais de 65 anos foram similares após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) ser administrado com a VIT em comparação com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado isolado.

Foram observadas frequências maiores em algumas reações solicitadas quando Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi administrado concomitantemente com a VIT em comparação com a VIT administrada isolada (cefaleia, calafrios, erupção cutânea, diminuição do apetite, dor muscular e nas juntas) ou com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado isolado (cefaleia, fadiga, calafrios, diminuição do apetite e dor nas juntas).

Reações Adversas de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) na Experiência Pós-Comercialização

Embora as seguintes reações adversas ao medicamento não tenham sido observadas nos estudos clínicos, estas são consideradas reações adversas ao medicamento para Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) uma vez que foram relatadas na experiência pós-comercialização:

Infadenopatia localizada na região do local da vacinação, reação anafilática / anafilactoide incluindo choque, angioedema, eritema multiforme, dermatite no local da vacinação, urticária no local da vacinação, prurido no local da vacinação.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos
adversos imprevisíveis ou desconhecidos.

Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação Medicamentosa do Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato de Cálcio + Óxido de Magnésio + Sulfato de Manganês Monoidratado + Óxido de Zinco

Vacinas injetáveis diferentes devem sempre ser administradas em locais de vacinação diferentes.

Lactentes e Crianças com 6 Semanas a 5 Anos de Idade

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) pode ser administrado com qualquer um dos seguintes antígenos de vacina, seja de modo monovalente ou em vacinas combinadas: difteria, tétano, pertussis acelular ou de célula inteira, Haemophilus influenzae tipo b, poliomielite inativada, hepatite B, meningococo do sorogrupo C, sarampocaxumbarubéola e varicela. Estudos clínicos demonstraram que as respostas imunológicas e os perfis de segurança das vacinas administradas não foram afetados.

Dados de um estudo clínico pós-comercialização, que avaliaram o impacto da utilização profilática de antipiréticos sobre a resposta imune de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), sugerem que a administração concomitante de paracetamol pode reduzir a resposta imune de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) após a série de imunização nos lactentes.

Respostas à dose de reforço, administrada aos 12 meses, não foram afetadas. A importância clínica desta observação é desconhecida.

Previamente, estudos com a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) e vacinas contra rotavírus demonstraram que as respostas imunológicas dos sete sorotipos pneumocócicos na vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) e na vacina de rotavírus não foram afetadas. Não se espera que qualquer diferença na resposta imunológica seja observada para os seis sorotipos adicionais ou para a vacina de rotavírus com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa).

Em estudos clínicos, quando Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi administrado concomitantemente, porém em um local ou por via diferente, com vacina de hepatite A ou de rotavírus, não foi observada alteração nos perfis de segurança para estes lactentes.

Adultos com 50 Anos de Idade ou Mais

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) pode ser administrado com a vacina inativada trivalente contra influenza (VIT).

A resposta imune para Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) quando administrado concomitantemente com a VIT foi menor comparada à sua administração isolada. O significado clínico disto é desconhecido.

Não foram realizados estudos para avaliar a resposta imune de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) quando administrado concomitantemente a outras vacinas além da VIT.

Precauções do Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato de Cálcio + Óxido de Magnésio + Sulfato de Manganês Monoidratado + Óxido de Zinco

Dados de segurança e imunogenicidade sobre Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) não estão disponíveis para indivíduos em grupos imunocomprometidos (por exemplo, indivíduos com disfunção esplênica congênita ou adquirida, infecção por HIV, malignidade, transplante de células-tronco hematopoiéticas, síndrome nefrótica) e a vacinação deve ser considerada de forma individual.

Lactentes e Crianças com 6 Semanas a 5 Anos de Idade

  • Dados limitados demonstraram que a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) (série primária com três doses) induz uma resposta imunológica aceitável em lactentes com doença falciforme, com perfilde segurança semelhante ao observado nos grupos de não alto risco.
  • O uso de vacina pneumocócica conjugada não substitui o uso da vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPPS23) em crianças ≥ 24 meses de idade com doença falciforme, asplenia, infecção por HIV, doença crônica, ou que apresentem outro tipo de comprometimento imunológico. Dados sobre a vacinação sequencial com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) seguida pela VPPS23 não estão disponíveis; dados sobre a vacinação sequencial com a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) seguida pela VPPS23 são limitados.
  • Como ocorre com todas as vacinas pediátricas injetáveis, o possível risco de apneia deve ser considerado ao administrar a série de imunização primária em lactentes prematuros. A necessidade de monitoramento por no mínimo 48 horas após a vacinação deve ser considerada para lactentes muito prematuros (nascidos ≤ 30 semanas de gestação) que permaneçam hospitalizados no momento da administração recomendada.

Uma vez que o benefício da vacinação é elevado neste grupo de lactentes, a vacinação não deve ser suspensa ou adiada.

Gravidez

A segurança durante a gravidez não foi estabelecida.

Categoria de risco C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Lactação

A segurança durante a lactação não foi estabelecida.

Não se sabe se os antígenos da vacina ou os anticorpos são excretados no leite materno.

Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em crianças com menos de 6 semanas ou após 6 anos não foram estabelecidas.

Uso Geriátrico

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) mostrou-se seguro e imunogênico na população geriátrica.

Dos 5.667 adultos nos 6 estudos do programa de desenvolvimento clínico que receberam Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), 1.785 (31,5%) tinham de 65 a 74 anos de idade e 1.266 (22,3%) tinham 75 anos de idade ou mais. Não foram observadas diferenças clínicas significativas na segurança e imunogenicidade em indivíduos entre 65 e 74 anos de idade e em indivíduos com mais de 75 anos de idade.

Advertências

  • Como ocorre com todas as vacinas injetáveis, tratamento médico e supervisão apropriados devem estar sempre prontamente disponíveis no raro evento de uma reação anafilática após a administração da vacina.
  • Doenças menores, como infecção respiratória leve, com ou sem febre de baixo grau, em geral não constituem contraindicações para a vacinação. A decisão de administrar ou adiar a vacinação devido a uma doença febril atual ou recente depende em grande parte da severidade dos sintomas e de sua etiologia. A administração do Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) deve ser adiada em indivíduos sofrendo de doença febril aguda severa.
  • Como ocorre com qualquer injeção intramuscular, Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) deve ser administrado com cautela em lactentes, crianças ou adultos com trombocitopenia ou qualquer distúrbio da coagulação, ou naqueles recebendo terapia anticoagulante.
  • Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) protegerá apenas contra os sorotipos de Streptococcus pneumoniae incluídos na vacina, e não protegerá contra outros microorganismos que causam doença invasiva, pneumonia ou otite média. Esta vacina não se destina ao uso no tratamento de infecção ativa.
  • Como ocorre com qualquer vacina, Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) pode não proteger todos os indivíduos que receberem a vacina contra a doença pneumocócica.

Ação do Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato de Cálcio + Óxido de Magnésio + Sulfato de Manganês Monoidratado + Óxido de Zinco

Resultados de Eficácia

Importância da Doença para Lactentes e Crianças

S. pneumoniae é uma causa importante de morbidade e mortalidade em pessoas de todas as idades no mundo. O organismo causa infecções invasivas, como bacteremia e meningite, assim como pneumonia e infecções do trato respiratório superior, incluindo otite média e sinusite. Em crianças acima de 1 mês, S. pneumoniae é a causa mais comum de doença invasiva.1 Mais de 90 sorotipos diferentes de S. pneumoniae foram identificados, variando tanto na composição de seus polissacarídeos capsulares sororreativos, quanto em sua capacidade de causar doenças, sendo a maioria das doenças invasivas causadas por poucos sorotipos. As frequências relativas dos sorotipos pneumocócicos que causam doença invasiva em crianças variam geograficamente, mas permanecem notavelmente estáveis ao longo do tempo. No Brasil, o sorotipo mais importante é o 14, correspondendo a 40,4% dos sorotipos causadores de doença pneumocócica invasiva (DPI) em menores de 5 anos; depois dele, em ordem decrescente de importância, estão: 6B, 23F, 18C, 6A/6C, 19F, 19A, 3, 5, 9V, 7F, 1 e 4.2,3 A baixa idade é um importante fator de risco para a doença pneumocócica.

O número de casos projetados de meningite pneumocócica em crianças abaixo de 5 anos de idade anualmente no Brasil é de 1.236 casos e 364 casos de sepsepneumocócica.4 Adicionalmente, ocorrem nesta mesma faixa etária, anualmente, 3.122.943 casos de otite média aguda, 315.954 casos de pneumonia com diagnóstico clínico e 196.398 casos de pneumonia confirmada radiologicamente.4 A taxa de fatalidade estimada é de 37%4 podendo alcançar 46%6. A idade menor de 2 anos no Brasil é responsável pela maior parte das hospitalizações devido à doença pneumocócica, 76,7%7. A maior carga do custo da doença pneumocócica é devido à pneumonia pneumocócica e meningite pneumocócica.7 A meningite pneumocócica tem altos índices de complicações e sequelas, sendo que até 40% das crianças brasileiras evoluíram com sequela neurológica e até 60% com perda auditiva.5 As sequelas neurológicas abrangem paresias, perda visual, déficit intelectual, hidrocefalia, déficit psicomotor e perda auditiva.8,9,10,11 O sorotipo 6A, incluído em Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), depois do sorotipo 14, é segundo causador de meningite no país.

Embora a pneumonia geralmente não seja considerada como uma doença invasiva por si, esta pode ser acompanhada por bacteremia ou pode ser complicada por uma invasão local em um espaço normalmente    estéril com empiema pleural e necrose pulmonar; estas duas manifestações invasivas de pneumonia são mais severas e acarretam taxas de morbidade e mortalidade consideravelmente maiores que a pneumonia não invasiva, mesmo entre crianças. Os novos sorotipos 3 e 19A incluídos em Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) são importantes causadores de pneumonia no Brasil.12 O sorotipo 3 em particular, tem sido associado à pneumonia necrotizante.

A contribuição exata de S. pneumoniae para pneumonia infantil é desconhecida, uma vez que frequentemente não é possível identificar o organismo responsável, sugerindo que as infecções pelo S. pneumoniae são subestimadas. Em estudos com crianças abaixo de 5 anos de idade com Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC), onde o diagnóstico foi tentado usando métodos sorológicos, testes de antígeno ou dados de cultura, 30% dos casos foram classificados como pneumonia bacteriana, e 70% destes (21% do total de PAC) foram considerados decorrentes de S. pneumoniae14, fazendo com que esta seja a causa mais comum de pneumonia bacteriana neste grupo etário.

O sorotipo 19A já é o sétimo sorotipo causador de DPI mais comum em crianças menores de 5 anos no Brasil.2,3 Globalmente, o sorotipo 19A tem sua frequência aumentada.15 Agravando a questão da predominância do sorotipo 19A emergente, está o fato de que é cada vez mais provável que ele não seja susceptível aos agentes microbianos de 1º linha comumente usados.

Crianças que frequentam creches e escolas apresentam maior risco para DPI21,22, assim como indivíduos imunocomprometidos com neutropenia, asplenia, doença falciforme, distúrbios do complemento e da imunidade humoral, infecções pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) ou doença crônica subjacente. 

Streptococcus pneumoniae também é uma causa importante de doença não invasiva em crianças, particularmente de otite média aguda (OMA). A otite média aguda (OMA) é uma doença infantil comum, afetando aproximadamente 50% das crianças no primeiro ano de vida e, aos 3 anos de idade, aproximadamente 71% das crianças terão tido pelo menos um episódio da doença.24 No Brasil estima-se que ocorram 3.122.943 casos de otites médias agudas anualmente. Complicações de OMA incluem efusão persistente no ouvido médio, otite média crônica, perda de audição transitória ou retardo da fala e, se permanecer não tratada, pode levar a doenças mais sérias como mastoidite e meningite. S. pneumoniae é uma causa importante de OMA. É o patógeno bacteriano mais comumente isolado do fluido do ouvido médio, identificado em 20% a 40% de culturas de fluido de ouvido médio em OMA.24,25 A otite média pneumocócica está associada a maiores taxas de febre e tem menor probabilidade de ceder espontaneamente que OMA decorrente de H. influenzae não tipável ou M. catarrhalis. O Streptococcus pneumoniaetambém é capaz de colonizar a orofaringe de pessoas saudáveis. No Brasil, dados recentes mostram colonização de  rofaringe em 57,6% das crianças e 25,9% delas eram colonizadas com cepas não susceptíveis a penicilina.

Os sorotipos mais frequentemente encontrados foram 14, 23F, 19A, 6A, 6B e 19F, todos incluídos em Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa).28 A colonização em nasofaringe é normalmente um pré-requisito para o desenvolvimento na infecção pneumocócica de mucosa ou invasiva, ocupando um papel fundamental na disseminação da bactéria.29,30 A possibilidade da redução do estado de portador em nasofaringe pela vacinação pode quebrar a cadeia de transmissão propiciando a imunidade comunitária ou de rebanho e a diminuição da doença pneumocócica em indivíduos não vacinados2,3,29,30,31 como já observado com outras vacinas conjugadas31,32.

Streptococcus pneumoniae também é uma bactéria frequentemente associada a resistência bacteriana.

Dados brasileiros demonstram que os sorotipos não susceptíveis a penicilina em menores de 5 anos são:

6A/6C, 6B, 9V, 14, 19A, 19F, 23F, todos incluídos em Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa).

Importância da Doença para Adultos

Streptococcus pneumoniae é um ameaça significativa à saúde mundial. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, a cada ano, 1,6 milhão de pessoas morrem de doença pneumocócica, das quais 600.000 a 800.000 são adultos.34,35 A doença pneumocócica pode ser classificada pelo grau de invasão bacteriana, o que pode predizer complicações e mortalidade. A doença pneumocócica invasiva (DPI) é definida pelo isolamento do pneumococo de um local normalmente estéril, como sangue, fluido cérebroespinhal, fluido pleural ou fluido peritoneal. Em adultos, as apresentações clínicas mais importantes de DPI são meningite, bacteremia ou pneumônia bacterêmica. A pneumonia sem bacteremia é a manifestação séria mais comum de doença pneumocócica não invasiva.

Adultos acima de 50 anos de idade, especialmente aqueles com mais de 65 anos de idade, correm maior risco de desenvolver infecções pneumocócicas e estão mais propensos a desenvolver DPI, com sua mortalidade, morbidade e complicações associadas aumentadas.37 Fatores de risco adicionais para doença pneumocócica séria incluem circunstâncias de vida e condição médicas subjacentes. As condições de vida podem aumentar o risco individual de doença pneumocócica, especialmente morar em casas de repouso ou outras instalações de cuidados com a saúde a longo prazo.

Condições médicas de risco significativas incluem:

Imunodeficiência congênita ou adquirida; doença falciforme; asplenia; infecção pelo vírus da imunodeficiência humana/síndrome da imunodeficiência adquirida (HIV/AIDS); doenças crônicas cardíacas, pulmonares (incluindo asma), renais ou hepáticas; câncer; fuga de fluido cérebroespinhal; diabetesalcoolismo crônico ou tabagismo; transplante de órgão ou células hematopoiéticas; e implantes cocleares.40,41,42 Entre os pacientes hospitalizados nos Estados Unidos, a taxa de mortalidade de todos os casos de DPI permanece alta (12 - 16%) e é muito mais alta em muitos subgrupos incluindo pacientes com idade avançada, comorbidades, complicações de DPI e internação em unidades de terapia intensiva (UTIs). Apesar dos avanços na ciência médica nas últimas décadas, houve pouca alteração nas taxas de mortalidade desde a introdução da penicilina.

A incidência relatada de DPI em escala mundial varia de 45 a 90 por 100.000.47 Antes da introdução da vacina pneumocócica conjugada nos Programas de Imunização Nacional (PIN), a incidência de DPI em  canadenses adultos com 65 anos de idade ou mais variava de 16 a 31 por 100.000, enquanto que para moradores dos EUA na mesma faixa etária a incidência de DPI variava de 6048 a 6549 por 100.000 (com taxas de 190/100.000 documentadas entre membros da Nação Navajo). A incidência de DPI em europeus na mesma faixa etária variava de 41 na Suécia51 a 66 por 100.000 na Dinamarca, com uma taxa especialmente alta documentada nos grupos de pessoas com mais de 65 anos de idade, por exemplo, nos Países Baixos53 ou no Reino Unido54. Nos Estados Unidos, foi notada uma diminuição da doença em adultos após o início da vacinação em crianças48, presumidamente devido à redução da colonização pneumocócica em lactentes e da contaminação de adultos suscetíveis (imunidade coletiva). No entanto, a incidência de DPI em adultos, especialmente os de mais idade, tem permanecido consideravelmente alta, variando de 23 por 100.000 a 29,4 por 100.000.55,56 Embora a estimativa de incidência entre adultos com menos de 65 anos de idade seja mais baixa do que aquela entre aqueles com mais de 65 anos, a DPI representa um importante problema de saúde pública também entre os adultos mais jovens.

A pneumonia é uma das doenças infecciosas mais comuns. Nos Estados Unidos, durante o ano de 2006, foram relatadas mais de 4 milhões de casos de pneumonia em adultos devido a todas as causas.58,59 A taxa de pessoas hospitalizadas com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) na Europa varia de 200 a 260 por 100.000, com 75% dos casos de PAC sendo administrados na comunidade.60,61 Foram observadas taxas mais altas de PAC no mundo em desenvolvimento, dentro de grupos genéticos específicos, em populações com menor condição socioeconômica e em grupos com menos acesso a assistência médica. A mortalidade da PAC por todas as causas varia de 5 a 15%, e a PAC contribui em proporção significativa para com as internações em UTI.65,66,67 Pacientes com pneumonia causada por Spneumoniaetendem a apresentar uma enfermidade mais grave, incluindo uma maior probabilidade de bacteremia, hospitalização por um maior período, maior necessidade de terapia intensiva e maior mortalidade.

No entanto, a incidência de pneumonia não bacterêmica causada por S. pneumoniae é mais difícil de determinar, porque o agente patogênico não é identificado frequentemente na maioria dos casos, apesar dos grandes esforços.68,69 Assim, S. pneumoniae ainda é a principal causa de PAC70, contabilizando de 25 a 35% de todos os casos que exigem hospitalização71 e resultando em uma taxa de mortalidade em casos gerais de 12%.

Ao passo em que fatores relacionados ao hospedeiro, como idade e condições de comorbidade, contribuem para a probabilidade de DPI e evolução ruim, tem havido um crescente reconhecimento de que a virulência do patógeno e a resistência a antibióticos exercem um papel importante. Embora tenham sido identificados mais de 90 sorotipos diferentes de S. pneumoniae, a doença em seres humanos é causada por um grupo relativamente pequeno de sorotipos que possuem fatores de virulência pouco definidos que lhes permitem causar a doença. De acordo com uma meta-análise das evoluções da doença com sorotipos específicos para pacientes com pneumonia, os sorotipos 3, 6A, 6B, 9N e 19F foram estatística e significativamente associados com o aumento da mortalidade quando comparados com o sorotipo 14, utilizado como referência. Para os sorotipos 19A e 23F, houve uma tendência com relação ao aumento da mortalidade que não alcançou significância estatística. Apesar de algumas variações regionais na taxa e na mortalidade, essas observações pareceram ser uma característica relativamente estável do sorotipo e pareceram ser independentes da resistência a antibióticos.

A resistência a antibióticos aumenta a dificuldade do tratamento inicial de alguns sorotipos de S. pneumoniaecom um antibiótico eficaz. A despeito da grande variabilidade geográfica da distribuição de sorotipos e prevalência de resistência a antibióticos, os sorotipos 6A, 6B, 9V, 14, 15A, 19F, 19A e 23F foram os mais propensos a demonstrar resistência tanto a penicilina quanto a eritromicina.

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) proporciona uma resposta imunológica contra cepas prevalentes de S. pneumoniae, incluindo aquelas mais propensas a causar doença, que sejam resistentes a antibióticos e resultem em evoluções ruins.

Estudos Clínicos sobre a Imunogenicidade de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em Lactentes e Crianças

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou uma concentração de anticorpos antipolissacarídeos capsulares de 0,35 μg/mL, medidos um mês após o esquema primário em lactentes como única concentração de referência de anticorpos para estimar a eficácia de novas vacinas pneumocócicas conjugadas contra DPI. Esta recomendação é baseada em grande parte na correlação observada entre imunogenicidade e eficácia para DPI em três estudos controlados com placebo com a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) ou a vacina investigacional 9-valente de polissacarídeos também conjugados à proteína transportadora CRM197. Esta concentração de referência é aplicável apenas em base populacional e não pode ser usada para prever a proteção contra DPI em uma base individual. Resposta imunológica após uma série primária de três doses em lactentes até 6 meses de idade Estudos clínicos foram conduzidos em vários países europeus, Canadá e EUA usando uma variedade de esquemas de vacinação primária.

A porcentagem de lactentes até 6 meses obtendo concentrações de anticorpos IgG anti-polissacarídeo capsular pneumocócico ≥ 0,35 μg/mL um mês após a série de três doses primárias nos estudos representativos é apresentada abaixo (Tabela 2):

Nos que receberam Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), foi demonstrado que o anticorpo IgG de ligação anti-polissacarídeo para cada um dos 13 sorotipos está relacionado com a atividade opsonofagocítica antibacteriana funcional (anticorpo biologicamente ativo). Estudos clínicos também demonstraram que a resposta aoColecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi não inferior a da vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) para todos os 13 sorotipos usando um conjunto de critérios pré-definidos de não inferioridade imunológica.

As respostas imunes obtidas pelo Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) aos 6 sorotipos adicionais foram quantitativamente maiores, para ambos os anticorpos de ligação anti-polissacarídeo e opsonofagocítico, que as respostas obtidas pelo Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa).

Nos estudos de não inferioridade, a porcentagem de indivíduos com concentrações de anticorpos IgG anti-polissacarídeo capsular pneumocócico  0,35 ug/mL após o esquema primário abaixo de 6 meses no estudo 006 foi de 88,7% (sorotipo 23F) a 99,3% (19A), exceto o sorotipo 6B que foi de 77,5%, e no estudo 004 foi de 87,3% (6B) a 98,4% (7F e 19A), exceto o sorotipo 3 que foi de 63,5%. Em relação às respostas opsonofagocitárias (OPA), a porcentagem de indivíduos com títulos de anticorpos 1:8 no estudo 006 foi de 93% (sorotipo 3) a 100% (4, 7F, 9V, 14, 18C, 19A) e no estudo 004 foi de 90,4% (19F) a 100% (6A, 7F, 9V, 14, 18C).

O critério de não inferioridade da porcentagem de indivíduos com concentrações de anticorpos IgG antipolissacarídeo capsular pneumocócico (ELISA)  0,35 ug/mL não foi alcançado para os sorotipos 6B, 9V e 3 no estudo 004 e para o sorotipo 6B no estudo 006. Entretanto, a resposta é considerada satisfatória porque é alcançado o critério de não inferioridade da porcentagem de indivíduos com títulos de anticorpos opsonofagocitários (OPA) 1:8 para estes sorotipos. Adicionalmente, a memória imunológica também foi demonstrada para estes 3 sorotipos. Como conclusão, analisando o conjunto de dados, espera-se que a resposta imunológica seja satisfatória.

Respostas imunológicas após uma série primária de duas doses

A imunogenicidade após duas doses em lactentes até 6 meses de idade foi documentada em dois estudos.

A proporção destes lactentes obtendo concentração IgG anti-polissacarídeo capsular pneumocócico ≥ 0,35 μg/mL um mês após a segunda dose variou de 79,6% a 98,5% entre 11 dos 13 sorotipos da vacina.

Proporções menores destes lactentes obtiveram este limiar de concentração de anticorpos para o sorotipo 6B (40,2 % a 58,4%) e 23F (66,7% a 68,6%). Em comparação à série de três doses a lactentes até 6 meses, as Concentrações Geométricas Médias (CGMs) de IgG anti-polissacarídeo capsular pneumocócico foram mais baixas após uma série de duas doses em lactentes até 6 meses para a maioria dos sorotipos.

A eficácia clínica de uma série primária de duas doses contra otite média aguda ou pneumonia não foi estabelecida.

Após o esquema primário de 2 doses, antes dos 6 meses de vida, a resposta imune foi globalmente menor que após 3 doses. A resposta aos sorotipos 6B e 23F foi menor que as dos demais sorotipos, apesar de  manter-se alta para a maioria dos sorotipos; este achado pode significar um maior risco à infecções por estes sorotipos (6B e 23F) quando comparada ao esquema de 3 doses.

Veja na Tabela 3 os resultados de imunogenicidade para cada sorotipo da vacina.

Tabela 3: Porcentagem de indivíduos com concentrações de anticorpos IgG anti-polissacarídeo capsular pneumocócico > 0,35 ug/mL após 2 doses em lactentes até 6 meses de idade.

Respostas de reforço após esquemas primários de duas doses e três doses

As concentrações de anticorpos pós-reforço foram maiores para os 12 sorotipos do que aqueles obtidos após a série primária em lactentes até 6 meses de idade, o que é consistente com a preparação adequada (indução de memória imunológica). Para o sorotipo 3, as concentrações de anticorpos após a série primária nestes lactentes e após a dose de reforço foram semelhantes. As respostas anticórpicas às doses de reforço após séries primárias de duas ou três doses em lactentes até 6 meses foram comparáveis para todos os 13 sorotipos da vacina.

Para crianças entre 7 meses e 5 anos de idade, esquemas de imunização apropriados para a idade resultaram em níveis de respostas de anticorpos IgG antipolissacarídeo capsular a cada um dos 13 sorotipos que são no mínimo comparáveis às observadas nas séries primárias de três doses em lactentes.

Veja na Tabela 4 os resultados de imunogenicidade para cada sorotipo da vacina.

Tabela 4: Porcentagem de indivíduos com concentrações de anticorpos IgG anti-polissacarídeo capsular pneumocócico > 0,35 ug/mL após a dose de reforço.

Respostas de reforço ao Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) após uma série primária de três doses em lactentes até 6 meses de idade com a vacina pneumocócica 7-valente ou Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa).

Em um estudo randomizado, duplo-cego e ativo-controlado realizado na França (008), lactentes até 6 meses foram designados aleatoriamente em três grupos em uma proporção de 2:1:1: (1) Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) aos 2, 3, 4 e 12 meses ou (2) vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) aos 2, 3, 4 meses seguida de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) aos 12 meses ou (3) vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) aos 2, 3, 4 e 12 meses. As CGMs das respostas dos anticorpos IgG anti-polissacarídeo capsular para cada um dos 13 sorotipos nos 3 grupos estão apresentadas na Tabela 5. As CGMs para os sete sorotipos da vacina pneumocócica 7- valente (conjugada) não foram diferentes nos 3 grupos.

Apesar de as CGMs para os 6 sorotipos adicionais nestes lactentes que receberam a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) / Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) terem sido inferiores àquelas observadas no regime de quatro doses de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) (exceto para o sorotipo 3), elas foram no mínimo comparáveis com aquelas das séries primárias de três doses em lactentes nos estudos 004 e 3005. Tal comparação com as respostas das séries de lactentes é semelhante ao que foi realizado com a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) para estabelecer os esquemas de imunização em lactentes acima de 6 meses e crianças.

Tabela 5: Concentrações geométricas médias de anticorpos IgG anti-polissacarídeo capsular pneumocócico (μg/mL) um mês após a vacinação de reforço em crianças que receberam esquema primário até 6 meses de idade.

Lactentes acima de 6 meses e crianças não vacinadas previamente

Em um estudo aberto de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) realizado na Polônia (3002), crianças entre 7 e 11 meses de idade, 12 e 23 meses, e ≥ 24 meses até 5 anos de idade (antes do 6º aniversário) sem exposição anterior à vacina pneumocócica conjugada, receberam 3, 2 ou 1 dose de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) de acordo com os esquemas adequados à idade. As concentrações séricas de IgG foram medidas um mês após a dose final em cada grupo etário e os dados são apresentados na Tabela 6.

Tais esquemas de imunização adequados à idade resultam em níveis de respostas de anticorpos IgG antipolissacarídeo capsular para cada um dos 13 sorotipos que foram no mínimo comparáveis com aqueles de um esquema primário de três doses em lactentes.

Tabela 6: Concentrações geométricas médias de anticorpos IgG anti-polissacarídeo capsular pneumocócico (μg/mL) um mês após a dose final por grupo etário.

Administração simultânea com outras vacinas em lactentes e crianças

Nos estudos 004, 3005 e 3008, as vacinas pediátricas de rotina foram administradas na mesma visita que o Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa). As respostas imunológicas aos antígenos das vacinas concomitantes selecionadas foram comparadas nos lactentes que receberam a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) e o Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa).

A proporção de respondedores nos níveis de anticorpos previamente especificados é apresentada na Tabela 7. As respostas a todos os antígenos nos lactentes que receberam o Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foram semelhantes àquelas dos que receberam a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) e estiveram de acordo com os critérios formais de não inferioridade. As respostas de varicela conforme medidas por um kit ELISA comercial de células completas, desenvolvido para detectar a imunidade após a infecção natural, foram baixas em ambos os grupos, mas não se observou evidências de interferência com a resposta imunológica de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado de forma concomitante.

Estudos Clínicos sobre a Imunogenicidade de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em Adultos

Não foi definido um nível de anticorpo IgG de ligação anti-polissacarídeo para prever a proteção contra doença pneumocócica invasiva ou pneumonia não bacterêmica em adultos. No entanto, dados clínicos e não clínicos sustentam um anticorpo funcional, medido por ensaio opsonofagocítico (OPA), como um contribuinte para a proteção contra doença pneumocócica.79 O OPA fornece uma medição in vitro da habilidade de anticorpos séricos em eliminar pneumococos realizando uma fagocitose completamente mediada e acredita-se refletir mecanismos in vivo relevantes de proteção contra a doença pneumocócica.

Os títulos de OPA são expressados como a recíproca da diluição sérica mais alta que reduz a sobrevida dos pneumococos em pelo menos 50%.80,81 Os estudos pivotais com o Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foram desenhados para demonstrar que as respostas de anticorpo OPA funcional para os sorotipos de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) não são inferiores e, para alguns sorotipos, superiores aos sorotipos comuns na vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPPS23).

Foram calculados os títulos de média geométrica (GMTs) do OPA sorotipo-específico medidos 1 mês após cada vacinação. A não inferioridade entre as vacinas foi definida como o limite inferior do intervalo de confiança (IC) de 95% de 2 lados para a proporção dos GMTs (GMR) maior que 0,5 (duplo critério); foram definidas respostas estatística e significativamente maiores como o limite inferior do IC de 95% de 2 lados para a GMR maior que 1.

A resposta do sorotipo adicional 6A, que é exclusivo em Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), mas não na VPPS23, foi avaliada por demonstração de um aumento de 4 vezes na titulação OPA específica acima dos níveis de préimunização.

A superioridade da resposta ao Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi definida como o limite inferior do IC de 95% de 2 lados para a diferença em porcentagens de adultos obtendo um aumento de 4 vezes na titulação OPA maior que zero. Para comparação de GMTs de OPA, uma resposta estatisticamente maior para o sorotipo 6A foi definida como o limite inferior do IC de 95% de 2 lados para a GMR maior que 2.

Foram realizados cinco estudos clínicos de fase 3 em uma série de países da Europa e nos EUA para avaliar a imunogenicidade de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em diferentes faixas etárias e tanto com indivíduos que não haviam sido vacinados anteriormente (não vacinados com VPPS23) com a VPPS23, quanto com aqueles que haviam recebido uma ou mais doses da VPPS23 (pré-vacinados com VPPS23).

Cada estudo incluiu adultos saudáveis e adultos imunocompetentes com condições subjacentes estáveis, incluindo doença cardiovascular crônica, doença pulmonar crônica, disfunções renais, diabetes mellitus, doença hepática crônica, inclusive doença hepática alcoólica e alcoolismo porque se sabe que essas são condições comuns em adultos que aumentam o risco de PAC pneumocócica séria e DPI.

Foram realizados dois (2) estudos pivotais de não inferioridade nos quais a resposta ao Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi comparada com a resposta imune à VPPS23, um com adultos entre 50 e 64 anos de idade não vacinados com a VPPS23 (6115A1-004) e um com adultos ≥ 70 anos de idade pré vacinados com a VPPS23 (6115A1-3005). Um estudo (6115A1-3000) com adultos pré-vacinados com a VPPS23 coletou somente dados de segurança. Dois estudos (6115A1-3001 e 6115A1-3008) avaliaram a administração concomitante de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) com vacina inativada trivalente contra influenza (VIT) sazonal.

Estudos clínicos realizados com adultos não vacinados anteriormente com a VPPS23

Em um estudo clínico duplo-cego modificado* ativo controlado (6115A1-004) de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) nos EUA, adultos não vacinados com a VPPS23 com idade entre 60 e 64 anos foram designados aleatoriamente (1:1) para receber Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) ou VPPS23. Adicionalmente, adultos com idade de 50 a 59 anos foram incluídos e receberam uma dose de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) (aberto).

* Duplo-cego modificado significa que a equipe do centro que dispensa e administra a vacina não era cego, mas todo o outro pessoal do estudo, incluindo o investigador principal e o paciente, era cego.

As respostas do anticorpo OPA provocadas pelo Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foram não inferiores àquelas provocadas pela VPPS23 para os 12 sorotipos em comum a ambas vacinas. Além disso, 8 dos sorotipos em comum exibiram uma resposta imune estatística e significativamente maior para Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em comparação com a VPPS23.

Para o sorotipo 6A, que é exclusivo de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), as proporções de adultos com um aumento de 4 vezes após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) (88,5%) foram significativamente maiores do que após a VPPS23 (39,2%) em adultos não vacinados com a VPPS23 com idade entre 60 e 64 anos. Os GMTs de OPA para o sorotipo 6A foram estatística e significativamente maiores após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em comparação com a VPPS23.

As respostas OPA provocadas pelo Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em adultos com idade entre 50 e 59 anos foram não inferiores às respostas ao Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em adultos com idade entre 60 e 64 anos para todos os 13 sorotipos. Além disso, 9 dos 13 sorotipos exibiram uma resposta imune estatística e significativamente maior em adultos com idade entre 50 e 59 anos em comparação com adultos com idade entre 60 e 64 anos.

Este estudo clínico demonstrou que as respostas imunes provocadas pelo Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) são não inferiores e, para a maioria dos sorotipos, estatística e significativamente maiores que as pela VPPS23. Além disso, as respostas imunes em adultos com idade entre 50 e 59 anos foram não inferiores e, para a maioria dos sorotipos, estatística e significativamente maiores do que as observadas em adultos com idade entre 60 e 64 anos. Em adultos com idade entre 60 e 64 anos, os níveis de anticorpos um ano após a vacinação foram maiores após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em comparação com os níveis de anticorpos após a VPPS23 para 7 dos 12 sorotipos em comum.

Em adultos com idade entre 50 e 59 anos, os níveis de anticorpos um ano após a vacinação com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foram maiores para 12 dos 13 sorotipos em comparação com a vacinação com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em pessoas com 60 a 64 anos de idade.

Tabela 8: GMTs de OPA em adultos não vacinados com a VPPS23 com 50 a 59 anos de idade que receberam Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa); e em adultos com 60 a 64 anos de idade que receberam Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) ou a VPPS23a, b

Estudos clínicos realizados com adultos vacinados anteriormente com PPSV23 (pré-vacinados)

Em um estudo clínico de fase 3, duplo-cego modificado*, ativo controlado (6115A1-3005) de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) nos EUA e na Suécia, adultos pré-vacinados com a VPPS23 com idade ≥ 70 anos que receberam uma dose da VPPS23 ≥ 5 anos antes foram designados aleatoriamente (1:1) para receber Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) ou VPPS23.

* Duplo-cego modificado significa que a equipe do centro que dispensa e administra a vacina não era cego, mas todo o outro pessoal do estudo, incluindo o investigador principal e o paciente, era cego.

As respostas do anticorpo OPA provocadas pelo Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foram não inferiores para os 12 sorotipos em comum àquelas provocadas pela VPPS23 quando as vacinas foram administradas em um mínimo de 5 anos após a VPPS23. Além disso, 10 dos sorotipos em comum exibiram uma resposta imune estatística e significativamente maior após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em comparação com após a VPPS23.

Para o sorotipo 6A, que é exclusivo de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa), as proporções de adultos com um aumento de 4 vezes após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) (71,1%) foram significativamente maiores do que após a VPPS23 (27,3%) em adultos pré-vacinados com a VPPS23 com idade ≥ 70 anos. Os GMTs de OPA para o sorotipo 6A foram estatística e significativamente maiores após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em comparação com a VPPS23.

Este estudo clínico demonstrou que, em adultos com idade ≥ 70 anos e pré-vacinados com a VPPS23 ≥ 5 anos antes, a vacinação com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) mostra uma resposta imune melhorada em comparação com a revacinação com a VPPS23.

Tabela 9: GMTs de OPA em adultos previamente vacinados com a VPPS23 com idade ≥ 70 anos que receberam a Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) ou a VPPS23a, b

Estudos clínicos para avaliar Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado com a VIT sazonal em adultos

Dois estudos clínicos randomizados, duplo-cegos, avaliaram a imunogenicidade de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado com a VIT (cepas de A/H1N1, A/H3N2 e B) em adultos que não foram vacinados com a VPPS23 com idades entre 50 e 59 anos e em adultos ≥ 65 anos de idade.

Cada estudo clínico comparou a administração concomitante de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) e VIT (administrados em braços opostos) com [1] VIT administrada com placebo e [2] com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado isoladamente. O Grupo 1 recebeu Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado com a VIT, seguida por placebo um mês depois; o Grupo 2 recebeu a VIT administrada com placebo, seguida pelo Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) um mês depois.

Um estudo clínico de fase 3, randomizado, duplo-cego (6115A1-3001) de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado com a VIT em adultos com idade entre 50 e 59 anos que não foram vacinados com a VPPS23 nos EUA avaliou as respostas imunes da VIT quando esta era administrada com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em comparação com a VIT administrada com placebo (chamado, na sequência, de VIT isoladamente).

Um estudo clínico de fase 3, randomizado, duplo-cego (6115A1-3008) de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado com a VIT em adultos ≥ 65 anos de idade que não foram vacinados com a VPPS23 na Europa avaliou as respostas imunes da VIT quando esta era administrada com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em comparação com a VIT administrada com placebo.

As respostas imunes provocadas pela VIT foram medidas por ensaios de inibição de hemaglutinação (IHA) um mês após a vacinação com a VIT. As respostas imunes foram medidas conforme a proporção de adultos atingindo um aumento ≥ 4 vezes em titulação IHA (responsivo) para cada cepa da VIT 1 mês após a vacinação. O critério de não inferioridade foi obtido para cada antígeno de vacina se o limite inferior do IC de 95% para a diferença nas proporções de indivíduos responsivos foi >-10%.

Os estudos também avaliaram as respostas imunes de Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) quando este foi administrado com a VIT em comparação com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado isoladamente. As respostas imunes provocadas pelo Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foram medidas por GMC IgG ELISA um mês após a vacinação com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa).

O critério de não inferioridade foi obtido se o limite inferior do IC de 95% de dois lados para as razões GMC IgG (Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) e VIT relativo a Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) isolado) foi > 0,5 (duplo critério).

Respostas imunes à VIT em 50 a 59 anos de idade:

As respostas imunes foram similares após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado concomitantemente com a VIT em comparação com a VIT isoladamente. A não inferioridade foi alcançada para todas as 3 cepas de VIT após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado concomitantemente com a VIT em comparação com a VIT isoladamente (Tabela 10).

Respostas imunes à VIT em ≥ 65 anos de idade:

As respostas imunes foram similares após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) administrado concomitantemente com a VIT em comparação com a VIT isoladamente. A não inferioridade foi alcançada para as cepas A/H1N1 e B, mas não para A/H3N2, com um limite inferior do IC de 95% de -10,4% (Tabela 11).

Tabela 10: Proporção de participantes com idade entre 50 e 59 anos com aumento ≥ 4 vezes na titulação IHA após a VIT com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) e a VIT com placebo

Tabela 11: Proporção de participantes com idade ≥ 65 anos com aumento ≥ 4 vezes na titulação IHA após a VIT com Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) e a VIT com placebo.

Respostas imunes ao Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em 50 a 59 anos de idade: A não inferioridade foi alcançada para todos os sorotipos (Tabela 12).

Respostas imunes ao Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa)Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) em ≥ 65 anos de idade: A não inferioridade foi encontrada para todos os sorotipos, exceto o sorotipo 19F. O limite inferior do IC de 95% da GMR para o 19F foi de 0,49 [critério 0,5] (Tabela 13).

Tabela 12: GMC IgG pneumocócico 1 mês após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) e a VIT; e 1 mês após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) (administrado 1 mês após placebo e VIT) para participantes entre 50 e 59 anos a, b

Tabela 13: GMC IgG pneumocócico 1 mês após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) e a VIT; e 1 mês após Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) (administrado 1 mês após placebo e VIT) para participantes ≥ 65 anos a, b
Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) pode ser administrado concomitantemente com a vacina inativada trivalente contra influenza (VIT) sazonal.

Quando Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi administrado com a VIT, as respostas imunes para VIT foram similares às respostas da VIT administrada isoladamente.

Quando Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi administrado concomitantemente com a VIT, as respostas imunes para Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foram menores em comparação com quando Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) foi administrado isoladamente.

O significado clínico disto é desconhecido.

Características Farmacológicas

Descrição

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) é uma solução estéril de sacarídeos dos antígenos capsulares dos sorotipos 1, 3, 4, 5, 6A, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19A, 19F, e 23F de Streptococcus pneumoniae conjugadas individualmente por aminação redutiva com a proteína CRM197 diftérica não tóxica. Os polissacarídeos são quimicamente ativados e então ligados de modo covalente ao transportador proteico CRM197 para formar o glicoconjugado.

Os conjugados individuais são compostos, e então polissorbato 80 e fosfato de alumínio são acrescentados à formulação da vacina. A potência da vacina é determinada pela quantidade de antígenos sacarídeos e da proporção de sacarídeo para proteína nos glicoconjugados individuais. Cada dose de 0,5 mL é formulada para conter 2,2 μg de sacarídeo por sorotipos 1, 3, 4, 5, 6A, 7F, 9V, 14, 18C, 19A, 19F e 23F, e 4,4 μg de sacarídeo para o sorotipo 6B, conjugados à proteína transportadora CRM197.

Farmacologia Clínica

Colecalciferol + Sulfato Cúprico + Carbonato De Cálcio + Óxido De Magnésio + Sulfato De Manganês Monoidratado + Óxido De Zinco (substância ativa) contém os 7 polissacarídeos capsulares pneumocócicos presentes na vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) (4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F, 23F) mais 6 polissacarídeos adicionais (1, 3, 5, 6A, 7F, 19A) todos conjugados à proteína transportadora CRM197. As células B produzem anticorpos em resposta à estimulação antigênica por mecanismos dependentes e independentes de células T. A resposta imunológica à maioria dos antígenos é dependente das células T e envolve a colaboração de células T CD4+ e células B, reconhecendo o antígeno de modo vinculado.

As células T CD4+ (células T auxiliares) fornecem sinais para as células B diretamente por interações com proteínas da superfície celular e indiretamente pela liberação de citocinas. Estes sinais resultam em proliferação e diferenciação de células B e produção de anticorpos de alta afinidade. A sinalização de células T CD4+ é um requisito para a geração de células B de vida longa chamadas plasmócitos, que produzem continuamente anticorpos de vários isotipos (com um componente IgG) e células B de memória que rapidamente mobilizam e secretam anticorpos após reexposição ao mesmo antígeno.

Os polissacarídeos capsulares bacterianos (PSs), embora de estrutura química variável, compartilham a propriedade imunológica comum de corresponder a antígenos em grande parte T-independentes.

Na  ausência de ajuda de células T, as células B estimuladas por PS produzem predominantemente anticorpos IgM; em geral não ocorre maturação da afinidade dos anticorpos, e nenhuma célula B de memória é gerada. Como vacinas, os PSs estão associados a uma imunogenicidade inadequada ou ausente em lactentes com menos de 24 meses de idade e falha na indução de memória imunológica em qualquer idade. A conjugação dos PSs a uma proteína transportadora supera a natureza T-independente dos antígenos PS. Células T específicas reagem à proteína transportadora e fornecem os sinais necessários para maturação da resposta de células B e geração de memória de células B. A conversão dos PSs de Streptococcus pneumoniae em um antígeno T-dependente por acoplamento covalente ao transportador proteico imunogênico CRM197 aumenta a resposta de anticorpos e induz memória imunológica. Isto foi demonstrado por estimular respostas de reforço após reexposição em lactentes e crianças abaixo de 2 anos aos polissacarídeos pneumocócicos.



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